
sábado, 24 de janeiro de 2015


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015


terça-feira, 20 de janeiro de 2015


“FILHA DISTANTE” (“Días de Pesca”), 2012, direção de Carlos Sorin, é mais um bom
e sensível filme argentino. Conta a história de Marco Tucci (Alejandro Awada),
que, aos 52 anos, depois de um problema sério de saúde, resolve mudar de vida. Deixa
de fumar e de beber e começa a praticar exercícios físicos. Marco aproveita
essa fase de mudança para também reencontrar a filha Anna (Victoria Almeida),
que não vê há anos, retomar o relacionamento de outrora e aparar algumas
arestas do passado. Para isso, Marco utiliza a desculpa de tirar umas férias
para pescar tubarões no litoral da Patagônia, onde sua filha mora. Saindo de
Buenos Aires, ele pega estrada de carro e, pelo caminho, com seu sorriso
simpático e cativante, vai fazendo amizades. Ao chegar à cidade onde sua filha
morava, vai descobrir que ela já havia mudado há uns três anos, sem avisar, o
que já dá uma ideia da distância entre os dois – não apenas geográfica. No
reencontro com a filha e o neto, que não conhecia, acontece um dos momentos
mais tocantes do filme, quando, durante o jantar, Anna pede a Marco que cante “aquela
canção”. Marco então canta a ária “Che Gelida Manina” a capella. Apesar de todos os esforços de Marco, a reaproximação
será mais difícil do que ele imaginava. Além da história em si, o filme é
bastante interessante porque toda a ação se desenrola em meio aos cenários
deslumbrantes e belas paisagens, embora um tanto melancólicas, da Patagônia. Com
exceção dos dois protagonistas principais, o restante do elenco é composto somente
por atores amadores. Mais um gol de placa do cinema argentino.
domingo, 18 de janeiro de 2015


sábado, 17 de janeiro de 2015

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

domingo, 11 de janeiro de 2015

sábado, 10 de janeiro de 2015
“POR UMA MULHER” (“Pour Une
Femme”), 2013. A história desse drama francês é ótima, inspirada nas memórias
da mãe da diretora Diane Kuris - em alguns filmes anteriores, a mãe da diretora também virou personagem. O filme começa em 1985, quando Anne (Sylvie
Testud), ao remexer as coisas da mãe, falecida há três meses, encontra algumas fotos e um diário. Em flashback, a ação passa para 1945. Três anos antes, os judeus
russos Michel (Benoit Magimel) e Léna (Melanie Thierry) fogem de um campo de
concentração nazista na França. Vão morar em Lyon. Michel já está estabelecido como
alfaiate com loja própria. Léna dá mostras de que está infeliz, pois fica
trancada no apartamento tomando conta da filha pequena – Anne. Ela quer
trabalhar, nem que seja na alfaiataria, mas Michel não permite. Até que um dia
chega Jean (Nicolas Duvauchelle), que Michel apresenta como sendo seu irmão e o
hospeda em sua casa. Na verdade, Jean faz parte de uma organização judaica que
caça criminosos nazistas pela Europa e está em Lyon para realizar uma missão.
Com o tempo e a convivência praticamente diária, Léna vai se aproximar cada vez
mais de Jean. Pouco antes de estrear nos cinemas brasileiros, o filme foi
exibido no Festival do Rio de Janeiro, em setembro de 2014. No elenco, destaque para esse estupendo ator que é o francês Benoit Magimel. O filme é muito bom e merece ser conferido por quem curte cinema de qualidade.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

domingo, 4 de janeiro de 2015


sábado, 3 de janeiro de 2015

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

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