
domingo, 24 de julho de 2016

sábado, 23 de julho de 2016

quarta-feira, 20 de julho de 2016

terça-feira, 19 de julho de 2016


domingo, 17 de julho de 2016

quinta-feira, 14 de julho de 2016
“MORTE EM BUENOS AIRES” (“Muerte en Buenos Aires”), Argentina,
2014, marca a estreia na direção de Natalia Meta, que também escreveu o
roteiro, e também a estreia de Chino Darín (filho do astro Ricardo) como
protagonista. Trata-se de um filme policial ambientado nos anos 80 cuja
história é centrada nas investigações de um homicídio de um homem da alta
sociedade portenha. Quem cuida do caso é o inspetor Chavez (o ator mexicano
Demian Bichir), que nomeia como seu assistente direto o agente Gómez “El Ganso”
(Chino Darín). Logo no começo das investigações, descobre-se que a vítima
gostava de rapazes e logo aparece um suspeito, o afetado, prepotente e trambiqueiro Kevin
González (Carlos Casella). É nele que o inspetor Chavez mira sua lupa,
utilizando “El Ganso” como isca. O filme termina sem uma conclusão fácil para o
espectador, que é obrigado a adivinhar quem, afinal, é o verdadeiro assassino.
Achei exagerada e um tanto forçada a insinuação de que o inspetor Chavez, pai
de família e um rígido policial, é chegado num lance homossexual. Ficou fora do
contexto, assim como a correria dos cavalos pelas ruas de Buenos Aires. Se o filme não é tão bom, pelo menos tem a presença de dois bons
atores, o mexicano Bichir, que atuou no último filme de Tarantino, “Os Oito
Odiados”, e chegou a ser indicado para o Oscar de Melhor Ator pelo filme "Uma Vida Melhor", e Chino Darín, que tem talento – talvez nem tanto quanto o pai – e que
se entrega de corpo e alma – principalmente corpo – ao papel do agente Gómez.
Um filme apenas interessante, bem longe dos melhores argentinos.

domingo, 10 de julho de 2016
“XXY” é um drama argentino de 2007 que trata de um
tema pouco explorado pelo cinema: o hermafroditismo. Escrito e dirigido por
Lucía Puenzo (do ótimo “O Médico Alemão”), o filme conta a história de Alex
(Ines Efron), uma garota de 15 anos hermafrodita. Seus pais, Kraken (Ricardo
Darín) e Suli (Valeria Bertuccelli), sempre se recusaram submetê-la a uma cirurgia
para resolver o problema. Cansados dos constrangimentos habituais, resolvem mudar-se
para um vilarejo litorâneo no Uruguai, onde o biólogo marinho Kraken consegue
um emprego. Tudo transcorre normalmente até a chegada de um casal amigo
trazendo o filho Álvaro (Martin Piroyansky), de 16 anos, que na hora faz
amizade com Alex. Uma amizade, aliás, que trará consequências para determinar o
rumo dos acontecimentos. Segundo alguns entendidos que assistiram “XXY”, o
problema de Alex não chega a ser o hermafroditismo e sim a Síndrome de XXY,
também conhecida como Klinefelter. Como não conheço o assunto, para mim Alex é mesmo
uma hermafrodita. O filme é muito bom, tanto que foi o vencedor do Prêmio da
Semana da Crítica no Festival de Cannes 2007, além de ter sido premiado em
vários festivais importantes, entre eles o Goya (Oscar espanhol).
sexta-feira, 8 de julho de 2016
“AMOR AO PRIMEIRO FILHO” (“ANGE & Gabrielle”), 2015, é
uma comédia romântica francesa ainda não exibida por aqui nos cinemas. Foi
lançada diretamente em DVD. Pena, pois o filme é bastante divertido e
simpático, além de ambientado nos cenários deslumbrantes de Paris. O casal de protagonistas é formado pelo feio/charmoso Patrick Bruel e pela bonita Isabelle Carré, atores
franceses muito competentes. Trata-se do primeiro filme escrito e dirigido por Anne
Giafferi. Uma ótima estreia. A história: o arquiteto Ange Pagani (Bruel) é
surpreendido em seu escritório com a visita de Gabrielle (Carré), até então, para ele, uma
ilustre desconhecida. Ela diz que sua filha Claire (Alice de Lencquesaing) ficou
grávida e acusa o filho de Pagani, Simon (Thomas Soliveres), de tê-la engravidado.
Pagani fica uma fera, pois afirma que nunca soube que tinha um filho. O
primeiro encontro entre Pagani e Gabrielle termina em desavença, tapas e
ofensas, mas o espectador logo percebe que os dois vão acabar se apaixonando.
Nem mesmo esse fato tão previsível prejudica o transcorrer da história, repleta
de cenas divertidas (Pagani é hipocondríaco crônico e suas consultas com o
médico são hilariantes). Para um gênero repleto de bobagens cinematográficas, esta
comédia romântica é uma das poucas raridades que merecem ser vistas.
quinta-feira, 7 de julho de 2016
“BLACKWAY”, 2015, EUA, direção do sueco Daniel
Alfredson (“A Menina que brincava com Fogo” e “Jogada de Mestre”). É um filme
de ação e suspense baseado no romance “Go With Me”, escrito por Castle Freeman
Jr. Aliás, foi com esse nome que o filme foi exibido no Festival de Veneza
2015, mas, quando lançado comercialmente, recebeu o título "Blackway". O vilão da história é Blackway (Ray Liotta), um ex-policial psicopata que
um dia resolve assediar de forma violenta a jovem Lillian (Julia Stiles),
atendente de um bar. Ela procura o xerife da cidade e denuncia Blackway. Com
medo, o homem da lei a aconselha a deixar a cidade. Revoltada com a situação,
ela procura ajuda junto aos trabalhadores de uma madeireira e consegue o apoio
de Lester (Anthony Hopkins) e Nate (Alexander Ludwig). Lester também tem uma
razão especial para se vingar de Blackway. Os três partem então para uma
floresta onde Blackway tem seu reduto. O desfecho é mais do que previsível. Algumas
cenas, de tão ruins, acabam sendo constrangedoras, como a briga no bar logo no
início. Os Trapalhões faziam brigas bem melhores. O filme, no geral, é muito
fraco e não entendo por que um ator da grandeza de Anthony Hopkins se propôs a
participar. Quem sabe pela amizade com o diretor, que já o dirigiu em “Jogada
de Mestre”. Portanto, fica a dica: se o filme chegar por aqui, prefira levar a
família para comer uma pizza...

quarta-feira, 6 de julho de 2016


terça-feira, 5 de julho de 2016

“MIDNIGHT SPECIAL”, 2015, EUA, roteiro e direção de
Jeff Nichols (“Amor Bandido” e “O Abrigo”), é um filme de ficção científica
ambientado nos dias atuais. A história é centrada no garoto Alton (Jaeden
Liberher), de 8 anos de idade, que possui poderes especiais, entre os quais
ouvir ondas de rádio e decifrar coordenadas de satélites. Além disso, não pode
sair à luz do dia e é obrigado a usar óculos escuros, já que seus olhos emitem raios
de luz. A notícia de um garoto com esses poderes chega não apenas à Imprensa,
mas também às autoridades norte-americanas, entenda-se o FBI. Preocupado em
proteger o garoto, seu pai biológico, Roy (Michael Shannon), o sequestra de
onde estava vivendo, um rancho administrado por religiosos extremistas. Para
isso, conta com a ajuda do amigo policial Lucas (Joel Edgerton). Daí para
frente, o filme se transforma num road movie
com algum suspense. Estão ainda no elenco Kirsten Dunst, Sam Shepard e Adam
Driver. Como não sou fã de filmes de ficção científica, não gostei também deste
– achei a história uma bobagem sem tamanho -, embora tenha sido elogiado pela
crítica quando de sua exibição no Festival de Berlim. Recomendo apenas para os
fãs do gênero.
segunda-feira, 4 de julho de 2016
“ROCK EM CABUL” (“Rock The Kasbah”), EUA, 2015, direção do veterano Barry
Levinson. Richie Vance (Bill Murray) é um empresário norte-americano decadente,
quase falido, que vende seus serviços dizendo (mentindo) que descobriu Madonna
e outros astros da música. A fase é terrível e ele só tem uma cantora para
empresariar, a jovem Roonie (Zoey Deschanel, ótima). Cansado de tentar colocá-la
para atuar em bares de quinta categoria, ele aceita a ideia de um bêbado: levar
Roonie para entreter as tropas norte-americanas no Afeganistão. Chegando lá, com
medo da reação dos afegãos, Roonie foge e leva todo o dinheiro e o passaporte
de Richie. A partir daí, o empresário se meterá em muitas confusões,
principalmente depois de conhecer o mercenário Bombaim Brian (Bruce Willis), a
garota de programa Merci (Kate Hudson, linda e sedutora) e, principalmente, a
jovem Salima Khan (Leem Lubany). Esta última, descoberta por Richie enquanto cantava
escondida numa caverna, é levada para cantar no programa Afghan Star,
equivalente ao famoso American Idol. Só que Salima é uma jovem pachtun e sua família a proíbe de se
apresentar na TV, ainda mais cantando em inglês. A vida dela e a de Richie correm
perigo depois do sucesso da apresentação. Nos créditos finais aparece que o
filme é dedicado à jovem Setara Hussainzada, que desafiou a família e os talibãs
para cantar no Afghan Star. O filme é uma comédia e quem dá show é novamente
Bill Murray. Uma das cenas mais hilariantes é quando ele fica desorientado
depois de seu carro ser atingido por uma bomba. É pra rolar de rir. Diversão
garantida!
sábado, 2 de julho de 2016

sexta-feira, 1 de julho de 2016

quarta-feira, 29 de junho de 2016

terça-feira, 28 de junho de 2016

segunda-feira, 27 de junho de 2016

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