
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016


sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

“007 CONTRA SPECTRE” (“SPECTRE”), 2014, Inglaterra/EUA, direção de Sam Mendes. Este é, sem dúvida, o
melhor filme dos quatro protagonizados pelo ator inglês Daniel Craig. E também
o mais caro de todos os 24 realizados até agora: U$ 350 milhões. Bond enfrenta
mais uma organização criminosa, desta vez chefiada pelo vilão Franz Oberhauser
(Christoph Waltz). A fórmula dos filmes de Bond está mantida: uma incrível cena
de abertura na Cidade do México (um plano-sequência sensacional), locações
deslumbrantes ao redor do mundo, muita ação, pancadaria, perseguições e
mulheres bonitas (nada menos do que Monica Bellucci e Léa Seydoux). A italiana Bellucci,
aliás, mostra uma ótima forma aos 51 anos (tornou-se a mais velha Bond-Girl). A
sensualidade de Léa Seydoux, além da competência como atriz, é outro grande
destaque do filme. O humor também volta a reinar no filme, não apenas nos
diálogos. Depois de uma longa e violenta briga com um bandido enorme, por
exemplo, a gravata e o paletó de Bond estão impecáveis e no mesmo lugar. Ele dá aquela ajeitada na gravata, como a dizer que nada aconteceu. Puro
Bond! Craig está mais cínico, característica marcante do agente inglês. Este foi o segundo Bond dirigido por Sam Mendes. O primeiro, também muito bom, foi "007 - Operação Skyfall", de 2012. Não dá
pra perder. Ou seja, imperdível!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
“O QUARTO
DE JACK” (“Room”), Canadá, 2015, direção de Leonard Abrahamson (“What Jack Did”).
Drama pesado e triste sobre uma jovem mulher (Brie Larson) que, aos 17 anos, foi
sequestrada e trancada num pequeno quarto. No cativeiro, ela foi estuprada pelo
sequestrador e teve um filho. A primeira parte do filme apresenta a rotina de mãe
e filho num quarto de 10 m², os problemas de relacionamento entre os dois e
ainda as visitas nada agradáveis do sequestrador, que incluíam ir para a cama com
Ma, enquanto Jack ficava dentro de um armário. A segunda parte é dedicada às
dificuldades de readaptação dos dois ao mundo real. Jack (Jacob Tremblay), por
exemplo, acreditava que as imagens da TV eram de um mundo que não existia. Tudo
ficção. O roteiro não abre concessão ao humor nem a momentos sensíveis ou
comoventes. Tudo é muito duro e dramático, frio e melancólico. A história foi inspirada num caso
real abordado no livro “Room”, de Emma Donoghue. O filme recebeu 4 indicações
ao Oscar, inclusive para Melhor Atriz (Brie Larson). William H. Macy e Joan
Allen também fazem parte do elenco. Nada contra, mas não merecemos mais tanta
tristeza, pois já convivemos com um mundo real muito triste e cruel.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016


sábado, 16 de janeiro de 2016

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

sábado, 9 de janeiro de 2016

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

domingo, 3 de janeiro de 2016

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015


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