
terça-feira, 13 de outubro de 2015

sexta-feira, 9 de outubro de 2015
As belas
paisagens do Alasca servem de cenário para o drama “WILDLIKE” (ainda sem tradução por aqui), EUA, 2014,
roteiro e direção de Frank Hall Green. Quem pensa que o estado americano é só
gelo vai se surpreender com a quantidade de verde, muita floresta e vegetação. A
história: a jovem Mackenzie (Ella Purnell), de 14 anos, fica órfã de pai e sua
mãe, com a desculpa de fazer um tratamento de saúde, a envia para morar um
tempo com o tio (Brian Geraghty), irmão do falecido, lá nos confins do Alasca. Sem
respeitar o parentesco nem a idade da sobrinha, o tio acaba partindo para o
ataque sexual. Cansada e de certa forma enojada, Mackenzie foge e se embrenha sozinha
pelo interior do Alasca. Ela quer voltar com urgência para Seattle, onde mora
com a mãe. Só que no meio do caminho ela conhece Rene Bart (Bruce Grenwood), um
homem de meia idade que está em busca de sossego e de um tempo para se
recuperar da recente viuvez. Mackenzie e Bart começam então uma viagem pelo
interior do Alasca, num road movie que
vai agradar o espectador que curte a Natureza e belas paisagens. A jovem atriz inglesa Ella Purnell é uma espécie de Angelina Jolie teen, ou seja, uma “Lolita” de primeira,
embora na vida real tenha 19 anos. Pode ser que eu me engane, mas acho que está nascendo uma nova estrela.
quarta-feira, 7 de outubro de 2015

segunda-feira, 5 de outubro de 2015


domingo, 4 de outubro de 2015

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

segunda-feira, 21 de setembro de 2015


sexta-feira, 18 de setembro de 2015

terça-feira, 15 de setembro de 2015

segunda-feira, 14 de setembro de 2015


sábado, 12 de setembro de 2015

terça-feira, 8 de setembro de 2015

segunda-feira, 7 de setembro de 2015


sábado, 5 de setembro de 2015

quarta-feira, 2 de setembro de 2015
“CLEAN” é uma produção francesa de 2004
dirigida por Olivier Assayas, que também escreveu o roteiro. A história é
centrada no drama de Emily Wang (Maggie Cheung), integrante da banda de rock do namorado, Lee
Hauser (James Johnston). O grupo fez sucesso numa época, mas agora está em
franca decadência. Emily e Lee são viciados em heroína. Um dia, Lee tem uma
overdose e morre. Maggie é acusada de ter comprado e fornecido a droga e acaba
presa por seis meses. Quando sai da cadeia, ela pretende mudar de vida, arrumar
um emprego e se livrar das drogas, principalmente porque quer ter o filho, Jay,
de volta. O garoto, desde que nasceu, é criado pelos avós em Vancouver
(Canadá). Para recuperar a guarda do filho, Emily tenta se aproximar do Albrecht
Hauser (Nick Nolte), avô de Jay. Ao mesmo tempo, ela persegue o sonho de voltar
ao mundo artístico como cantora e compositora. Enfim, dar a volta por cima. O
filme é muito bom, mas o melhor mesmo é a espetacular interpretação da atriz
chinesa Maggie Cheung, que pelo papel de Emily ganhou o prêmio de Melhor Atriz
no Festival de Cannes/2004, onde o filme teve sua estreia. Aproveito para
recomendar outros dois ótimos filmes do diretor francês Olivier Assayas, “Depois
de Maio” - uma pequena obra-prima - e “Acima das Nuvens”.
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
“LUGARES ESCUROS” (“DARK PLACES”), 2014, França
(mas falado em inglês), é um drama pra lá de pesado, tenso ao extremo, sombrio e
angustiante. Assassinatos de crianças, satanismo, personagens com mentes
doentias etc. Enfim, um filme bastante desagradável. A história é baseada no
livro “Dark Places”, de Jillian Flynn, a mesma autora de “Garota Exemplar”.
Libby Day (Charlize Theron) vive há anos com o trauma do assassinato de sua mãe
e de suas irmãs. Ben, o irmão mais velho, é acusado e preso. Muitos anos
depois, quando se envolve com uma sociedade secreta especializada em investigar
crimes não resolvidos, Libby é influenciada a pensar que o seu irmão talvez não
seja o assassino e passa a rever toda a história. A partir daí, o filme entra
naquela fase de reviravoltas e a verdade finalmente vem à tona. O roteiro e a
direção do diretor francês Gilles Paquet-Brenner não economizam no suspense e
no clima tétrico. Além de Charlize, estão no elenco Chloë Grace Moretz, Tye
Sheridan, Christina Hendricks, Nicholas Hoult e Corey Stoll, só para citar os
mais conhecidos. A personagem de Charlize é masculinizada demais, cabelos bem curtos
e sempre de calça jeans, camiseta e boné, muito longe do charme de outros
papeis.
“A ESPIÃ QUE SABIA DE MENOS” (“Spy”), 2014, é
uma comédia que traz, desta vez como protagonista principal, a gorducha Melissa
McCarthy, a comediante do momento depois de fazer o maior sucesso em “Missão
Madrinha de Casamento”. Ela é Susan Cooper, uma competente analista de base da
CIA, encarregada de monitorar, via satélite, a ação dos agentes em lugares
remotos. Um desses agentes é Bradley Fine (Jude Law), por quem Susan é apaixonada.
Ele, porém, morre numa missão na Europa, tentando desvendar quem está por trás
da venda de uma ogiva nuclear. Como é desconhecida no mundo dos espiões, Susan é
enviada para se infiltrar na organização criminosa chefiada pela poderosa Raina
Boyanov (Rose Byrne), justamente a assassina de Bradley. Na missão, ela receberá
a ajuda do atrapalhado agente Rick Ford (Jason Statham). A trama se desenrola
em cenários como Roma, Paris e Budapest, o que dá um charme todo especial ao
filme, cujo roteiro e direção ficaram a cargo de Paul Feig, (que dirigiu
Melissa também em “Missão Madrinha de Casamento” e “As Bem-Armadas”). A
abertura do filme é ótima, uma paródia dos filmes de James Bond, com uma cena repleta
de ação, perseguição e tiros. A apresentação dos créditos também segue o estilo
dos filmes do famoso espião inglês, incluindo a trilha sonora. O filme é uma
grande bobagem, mas diverte muito e deve ser encarado como um ótimo entretenimento.
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