
sábado, 2 de julho de 2016

sexta-feira, 1 de julho de 2016

quarta-feira, 29 de junho de 2016

terça-feira, 28 de junho de 2016

segunda-feira, 27 de junho de 2016

quinta-feira, 23 de junho de 2016


terça-feira, 21 de junho de 2016

segunda-feira, 20 de junho de 2016

sexta-feira, 17 de junho de 2016
“13 HORAS: OS SOLDADOS SECRETOS DE BENGHAZI” (“13 Hours:
The Secret Soldiers of Benghazi”), 2015,
EUA, 2h24m. A história é baseada em fatos reais, ocorridos no dia 11 de
setembro de 2012 em Benghazi, segunda maior cidade da Líbia. Terroristas
islâmicos atacam a embaixada dos EUA e, na mesma noite, tentam invadir um
complexo secreto da CIA. Em ambos, correm risco de vida vários funcionários
norte-americanos, incluindo o embaixador e outras autoridades. Para defendê-los, apenas seis soldados de uma empresa de
segurança particular, sem qualquer apoio militar, o que gerou muitas críticas à
então Secretária de Defesa Hilary Clinton. O filme mantém um forte clima de tensão e
suspense do começo ao fim, com muita ação, tiros, explosões, perseguições, em cenas muito bem realizadas pelo diretor Michael Bay (da franquia “Transformers”
e “Sem Dor, Sem Ganho”). No elenco, o mais conhecido é o ator John Krasinski (“Caminho
para o Coração” e “Licença para Casar”), que interpreta Jack da Silva, um dos
soldados da equipe. O roteiro, escrito por Chuck Hogan, é baseado no livro “13
Hours”, de Michael Zuckoff. Enfim, um prato cheio para quem gosta de filmes de
ação baseados em fatos reais. Dá
arrepios só de imaginar que tudo o que o filme mostra aconteceu de verdade.
Filmaço! Ah, na mesma linha de filmes de ação e suspense, recomendo "Falcão Negro em Perigo", de 2001, dirigido por Ridley Scott.
quinta-feira, 16 de junho de 2016
“CINCO GRAÇAS” (“Mustang”), 2015, marca
a estreia em longas da diretora Deniz Gamze Ergüven. Embora a diretora, equipe
técnica e todo o elenco sejam turcos, trata-se de uma produção francesa. Aliás,
disputou o Oscar 2016 de Melhor Filme Estrangeiro como candidato oficial da
França. É um belo drama que tem como pano de fundo a condição feminina sob as
rígidas regras e preceitos da religião islâmica. O cenário é um vilarejo na
Turquia, a 1.000 km de Istambul. Toda a história é centrada em cinco irmãs
adolescentes que, no último dia de aula antes das férias, vão à praia com seus
colegas. Tomam banho de mar e brincam com os meninos. Tudo na maior inocência.
Só que no vilarejo corre a história de que elas estavam se esfregando nos
meninos. O pai delas, um islâmico ultraconservador, resolve então trancafíá-las
em casa, colocando grades e cadeados em todas as portas. A prisão não é
suficiente. Ele quer casá-las como manda a tradição: casamentos arranjados.
Assim consegue com uma, com duas e com três. As duas mais novas se revoltam e
resolvem planejar uma fuga para Istambul. O filme é ótimo, o elenco feminino é
excelente e a história tem todos os ingredientes para agradar a qualquer
público.
terça-feira, 14 de junho de 2016

segunda-feira, 13 de junho de 2016

domingo, 12 de junho de 2016
“MINHA QUERIDA DAMA” (“MY OLD LADY”), 2014,
EUA/França, roteiro e direção de Israel Horovitz. Não sei por que, mas o filme
chegou por aqui com mais uma tradução: “Uma
Senhora Herança”. A divulgação do filme, aliás, o trata como comédia,
mas na verdade é um drama. Tem alguns momentos de humor, mas só no começo. Baseada
na peça de teatro “My Old Lady”, escrita pelo próprio Horovitz e encenada com
sucesso na Broadway, a história é centrada em Mathias Gold (Kevin Kline), um nova-iorquino
fracassado afundado em dívidas. Para tentar sair do buraco, ele resolve vender
uma casa em Paris que seu pai havia deixado de herança. Ele viaja para a
capital francesa, gastando o que lhe restava de grana, mas, ao chegar, tem a
surpresa de encontrar morando na casa a idosa Mathilde (Maggie Smith) e sua
filha Chloé (Kristin Scott Thomas). Por causa de uma antiga lei francesa
intitulada “Viager”, Mathias não pode vender a casa enquanto Mathilde estiver
viva. Ao mesmo tempo em que busca soluções judiciais para conseguir vender a
propriedade e resolver seus problemas financeiros, Mathias faz amizade com a
mãe e a filha, culminando com revelações surpreendentes sobre o passado do antigo
proprietário da casa, ou seja, seu pai. A adaptação para a tela ficou teatral
demais, o que acabou comprometendo o resultado final. Pode ter funcionado no
palco, mas na telinha ficou devendo. Mesmo tendo no elenco a tríade Kevin
Kline, Kristin Scott Thomas e Maggie Smith, artistas consagrados e da mais alta
qualidade, não há motivos para uma recomendação entusiasmada.
quinta-feira, 9 de junho de 2016

terça-feira, 7 de junho de 2016

segunda-feira, 6 de junho de 2016

“KAMCHATKA”, 2002, Argentina/Espanha.
Ambientado em 1976, logo após o golpe militar na Argentina que deu início a uma
violenta ditadura, o filme acompanha o cotidiano de uma família que foge de
Buenos Aires e se refugia numa fazenda. O advogado David Vicent (Ricardo Darín)
e sua esposa (Cecília Roth) estão sendo procurados pelos militares. Eles e os
filhos são obrigados a trocar de nome. O mais velho, de 11 anos, escolhe Harry,
por causa de seu grande ídolo, o mágico ilusionista Harry Houdini. A história é
toda narrada sob a ótica de Harry, que não entende muito bem o que está
acontecendo e nem por que são obrigados a viver fugindo. As barreiras militares nas
estradas são a única referência explícita dos novos e tenebrosos tempos. No
mais, o filme destaca o amor do casal, a preocupação com os filhos e como uma
família é capaz de sobreviver num total anonimato. A família costuma jogar TEG
(versão argentina do jogo de tabuleiro WAR), onde aparece um país fictício
chamado Kamchatka – na verdade, trata-se de uma península que realmente existe
a leste da Rússia. O diretor Marcelo Piñero (“Plata Quemada” e “Cinzas do
Paraíso”) recheou o filme de momentos sensíveis e até comoventes, amenizando a
carga dramática. É um filme bonito que merece ser visto e revisto, ainda mais porque é valorizado pela presença de Ricardo Darin e Cecília Roth, além do grande Hector Altério.
domingo, 5 de junho de 2016
“RUA CLOVERFIELD, 10” (“10 Cloverfield Lane”), 2015, EUA. O maior
mérito do diretor estreante em longas Dan Trachtenberg foi manter um clima de
tensão crescente num filme com apenas três personagens e cuja ação ocorre, em grande parte do filme, num ambiente fechado. A jovem Michelle (Mary Elizabeth Winstead) briga
com o namorado, junta suas coisas e sai estrada afora. Depois de um acidente no
qual quase perde a vida, Michelle acorda confinada num lugar estranho. Como vai
descobrir logo depois, ela foi sequestrada – ou “salva” – pelo ex-soldado da
Marinha Howard Stambler (John Goodman), um homem esquisito com jeito de
psicopata. Michelle está, na verdade, dentro de um abrigo subterrâneo, um bunker todo protegido do ambiente
externo. Segundo Howard, houve um ataque com armas químicas (alienígenas?) e a população toda
foi dizimada. Howard, portanto, a salvou da morte certa. Michelle descobrirá também
que tem a companhia de outro “refém”, Emmett (John Gallagher Jr.), que será seu
companheiro de infortúnio. O suspense rola solto durante os 105 minutos de
duração desse bom thriller psicológico, cuja
receita ainda conta com algumas pitadas de humor negro e ficção científica. A
atuação dos três protagonistas principais é ótima, com destaque para o veterano
John Goodman. Suspense dos melhores!
quinta-feira, 2 de junho de 2016

terça-feira, 31 de maio de 2016

domingo, 29 de maio de 2016
“APRENDENDO COM A VOVÓ” (“Grandma”), EUA,
2015, escrito e dirigido por Paul Weitz (“Entrando numa Fria Maior ainda com a
Família” e “Tudo pela Fama”). Embora o título nacional faça parecer que é uma
comédia do tipo sessão da tarde, o filme é um drama, incrementado com alguns bons
momentos de humor. A poetisa Elle Reid (Lily Tomlin), em depressão após a morte
da companheira com quem viveu 38 anos e recém-separada de Olivia (Judy Greer),
recebe a visita da neta Sage (Julia Garner), que lhe pede ajuda para financiar
um aborto. A avó não tem o dinheiro necessário para pagar o procedimento, mas
resolve ajudar Olivia. Avó e neta partem em busca desse dinheiro, recorrendo a
antigos amigos e até a um antigo namorado, Karl (Sam Elliott, que de ator machão em filmes de cowboy passou a galã da terceira idade). No meio do
caminho, elas também recorrem à mãe de Sage, Judy (Marcia Gay Harden), uma
executiva de sucesso que nunca ligou para a filha e cuja relação cm Elle também não era das melhores. Resumo da ópera: trata-se de
um filme sério, que aborda com sensibilidade e humor temas como lesbianismo, aborto e
relacionamento familiar, valorizado pelo ótimo desempenho das atrizes. Curiosidade:
o carro utilizado pela avó para pegar estrada com a neta é um Dodge Royal
modelo 1955, pertencente à própria Lily Tomlin. Por esse papel, aliás, ela foi
indicada ao Globo de Ouro 2016 como Melhor Atriz. Um filme muito agradável de
assistir.
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