domingo, 21 de junho de 2026



 

“O MAQUINISTA” (“ENTRE LA VIE ET LA MORT”), 2022, coprodução França/Espanha/Bélgica, 1h40m, em cartaz na Prime Vídeo, roteiro e direção do cineasta chileno Giordano Gederlini. Não tem aquele velho ditado que diz que um bom time começa com um bom goleiro? No caso desse suspense, a coisa já começa mal com o título em português, completamente equivocado, pois o personagem principal aparece pilotando um trem no metrô de Bruxelas (Bélgica) apenas alguns segundos, no começo da história. Um rapaz se joga na frente de sua unidade parecendo um suicídio. Coincidência das coincidências, o jovem suicida é seu filho, que não via há anos, desde que deixou a Espanha. Ao investigar o caso, a polícia descobre que o suposto suicida tinha participado de um grande assalto. Leo Castaneda (o ator espanhol Antonio de la Torre) é o tal “maquinista” do metrô. Ele se propõe a ajudar a delegada Viriginie Rivage (Marine Vacth) a descobrir os responsáveis pelo assalto, mas quem começa a ser investigado é o próprio Leo, cujo passado na Espanha não é dos mais consagradores. O filme continua repleto de situações um tanto absurdas, como o fato de que o chefão da polícia de Bruxelas, comissário Keller Rivage (Olivier Gourmet), é pai da detetive. E não para por aí: as poucas cenas de ação – lutas principalmente – são no mínimo constrangedoras. Para concluir meu comentário, digo que entre mortos e feridos, o maior prejudicado é o espectador que, como eu, resolveu assistir a este fraquíssimo suspense. Elenco: Antonio de la Torre, Marine Vacth, Olivier Gourmet, Marnick Van Moe, Fabrice Adde, Tibo Vandenborre, Lila Jones, Alexandre Bouyer, Marie Papillon, Noé Englebert, Pablo Andres, Wim Willaert e Mathieu Mortelmans.


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