“O MAQUINISTA” (“ENTRE LA VIE
ET LA MORT”), 2022, coprodução França/Espanha/Bélgica,
1h40m, em cartaz na Prime Vídeo, roteiro e direção do cineasta chileno Giordano
Gederlini. Não tem aquele velho ditado que diz que um bom time começa com um
bom goleiro? No caso desse suspense, a coisa já começa mal com o título em
português, completamente equivocado, pois o personagem principal aparece
pilotando um trem no metrô de Bruxelas (Bélgica) apenas alguns segundos, no
começo da história. Um rapaz se joga na frente de sua unidade parecendo um suicídio.
Coincidência das coincidências, o jovem suicida é seu filho, que não via há
anos, desde que deixou a Espanha. Ao investigar o caso, a polícia descobre que
o suposto suicida tinha participado de um grande assalto. Leo Castaneda
(o ator espanhol Antonio de la Torre) é o tal “maquinista” do metrô. Ele se propõe a ajudar a delegada
Viriginie Rivage (Marine Vacth) a descobrir os responsáveis pelo assalto, mas
quem começa a ser investigado é o próprio Leo, cujo passado na Espanha não é
dos mais consagradores. O filme continua repleto de situações um tanto
absurdas, como o fato de que o chefão da polícia de Bruxelas, comissário Keller
Rivage (Olivier Gourmet), é pai da detetive. E não para por aí: as poucas
cenas de ação – lutas principalmente – são no mínimo constrangedoras. Para
concluir meu comentário, digo que entre mortos e feridos, o maior prejudicado é
o espectador que, como eu, resolveu assistir a este fraquíssimo suspense. Elenco:
Antonio de la Torre, Marine Vacth, Olivier Gourmet, Marnick Van Moe, Fabrice Adde,
Tibo Vandenborre, Lila Jones, Alexandre Bouyer, Marie Papillon, Noé Englebert,
Pablo Andres, Wim Willaert e Mathieu Mortelmans.
domingo, 21 de junho de 2026
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