“PRIMEIRO AS DAMAS” (“LADIES
FIRST”), 2026, Estados Unidos, 1h30m, em cartaz na Netflix, direção
da cineasta inglesa Thea Sharrock (do ótimo “Pequenas Cartas Obscenas”, “Como
Eu Era Antes de Você”), seguindo roteiro assinado por Katie Silverman e Natalie
Krisnky. A história foi inspirada no filme francês de 2018 “Je Ne Suis Pas Um Homme
Facile”, de Éléonore Pourriat. Na nova versão, Damien Sachs (Sacha Baron Cohen)
é diretor de uma grande agência de propaganda, onde os homens ocupam os
principais cargos. Mulherengo de carteirinha, arrogante e machista convicto,
Damien trata as funcionárias da agência como mulheres inferiores. Até que um
dia, ao se distrair vendo uma bela jovem na rua, ele bate com a cara num poste
e desmaia. Quando acorda, o seu mundo está virado de cabeça para baixo. As
mulheres ocupam os mais altos cargos na agência, como por exemplo a
recepcionista Felicity (Fiona Shaw, ótima), que agora é presidente da agência,
e a faxineira Glenda (Kathryn Hunter), que virou diretora da área financeira. No lugar de
Damien como diretora de criação, está Alex Fox (Rosamund Pike), sua
ex-subalterna, personagem que terá importância vital na reviravolta que
acontece pouco antes do desfecho. A ideia do enredo é ótima, já aproveitada
pelo filme francês, que não vi e, portanto, não posso opinar. Achei que esta nova
versão não soube como aproveitá-la, apesar do excelente elenco. De qualquer forma,
“Primeiro as Damas” não deixa de ser uma comédia satírica muito interessante. Elenco: Sacha Baron
Cohen, Rosamund Pike, Emily Mortimer, Charles Dance, Tom Davis, Weruche Opia, Katheryn
Hunter, Fiona Shaw, Richard E. Grant, Red Tennant, Dani Moseley, Maddie Rice,
Jordan Metcalf e Paulo Chahidi.
segunda-feira, 25 de maio de 2026
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