“A CAIXA AZUL” (“LA CAJA AZUL”), 2026, Argentina, 1h23m, em cartaz na Prime Vídeo, direção de Martín Hodara (“Neve Negra”, “O Sinal”), que também assina o roteiro com Cesar Sodero. Trata-se de um suspense psicológico repleto de reviravoltas, mas levado num ritmo muito lento. Acostumada a aplicar golpes junto com o namorado, Lara (Luisana Lopilato) vê uma oportunidade de ouro quando entra num aplicativo de encontros e começa a se comunicar com Pablo (Gustavo Bassani), herdeiro de uma fortuna e que vive isolado numa propriedade rural na Patagônia. Os dois começam a sair juntos e a gente acaba acreditando que está começando um romance. Pelo que acontece na telinha, você acha que Lara está se apaixonando por Pablo, e vice-versa. Ledo engano. Numa surpreendente reviravolta perto do desfecho, a história é virada de cabeça para baixo. Até que a história convence, mas o final é decepcionante. Na minha opinião, o roteiro poderia criar várias alternativas para incrementar a história, mas não foi o que aconteceu, deixando o filme num patamar muito longe da qualidade habitual do cinema argentino. Como curiosidade, destaco o fato de que a atriz argentina Luisana Lopilato é casada com o cantor canadense Michael Bublé desde 2011. Elenco: Luisana Lopilato, Gustavo Bassani, Fabian Novell, Pedro Merlo, Silvana Goldemberg, Jean Pierri Noher e Tini Goyogana.





















