“TURBULÊNCIA” (“TURBULENCE”), 2025,
coprodução Estados Unidos/Inglaterra, 1h35m, em cartaz na Prime Vídeo, direção
do cineasta suíço Claudio Fäh (“Desespero Profundo”), seguindo roteiro assinado
por Andy Mayson. Não recomendo este filme de suspense e ação para quem tem,
como eu, medo de altura. Afinal, quase 100% da história é ambientada dentro de
um cesto de balão em grande altitude. Vamos ao início. Numa reunião importante de
acionistas de uma empresa, um funcionário que acaba de ser demitido comete
suicídio depois de ameaçar matar Zach (Jeremy Irvine), um dos proprietários.
Traumatizado, Zack vai a um bar tomar umas doses para relaxar. É quando aparece
uma bela mulher que se apresenta como Julia (a atriz ucraniana Olga Kurylenko)
pedindo para ele pagar uma pedida. Conversa vai, conversa vem, ele conta que
ama a esposa Emmy (Hera Hilmar), mas o casamento não anda muito bem, razão pela
qual combinou uma segunda lua de mel num resort de luxo nas montanhas Dolomitas,
norte da Itália. Chegando lá, o casal aluga um balão para dar um passeio romântico,
mas não será bem assim quando de repente surge Julia para passear no mesmo
balão. O passeio tem tudo para dar errado devido ao comportamento psicótico de
Júlia. Realmente, dá tudo errado. O filme não é nenhuma Brastemp, mas não chega
a ser uma geladeirinha de isopor. O maior mérito do roteiro é ter inventado tantas
situações dentro de um cesto de balão com quatro pessoas. Repito o alerta: não recomendado
para quem tem medo de altura.





















