“SALVE GERAL: IRMANDADE”, 2025,
Brasil, 1h44m, em cartaz na Netflix, direção de Pedro Morelli, que também
assina o roteiro com Julia Furrer. O filme é uma sequência da série “Irmandade”,
exibida entre 2019 a 2022, também escrita e dirigida por Morelli. O tema
central da história é a ascensão do crime organizado em São Paulo, além da
corrupção policial. Os eventos lembram os ataques planejados e protagonizados
pelo PCC na capital paulista em 2006. O clima de tensão é o mesmo, envolvendo o
ambiente claustrofóbico das prisões – os presos falando à vontade em celulares, dando ordens para membros da facção - à violência nas ruas. Em “Salve Geral, a história diz respeito ao sequestro de
Elisa (Camila Damião), a filha de 18 anos de Edson (Seu Jorge), fundador da
organização criminosa “Irmandade”, por policiais corruptos que pediam uma
grande quantia em dinheiro. Quem negociou com os sequestradores foi Cristina (Naruna
Costa), tia da moça e advogada da Irmandade. A tensão crescente é o grande
mérito do diretor, que também merece destaque pela excelência das cenas de ação,
das quais destaco aquelas filmadas no entorno e no interior da Estação da Luz.
Completam o elenco Marcélia Cartaxo, Hermila Guedes, Enio Cavalcante, Lee
Taylor, Elzio Vieira e Ricardo Celli. Eu gostei muito do filme e, para avalizar
minha opinião, informo que “Salve Geral” foi grande sucesso de bilheteria na
Bélgica, Chipre, Eslovênia, Ilhas Maurício, Luxemburgo, Nigéria, Portugal e
Suíça. Portanto, não estou nessa sozinho.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
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