“FABIAN UND DIE MÖRDERISCHE HOSCHZEIT” (a Prime Vídeo lançou por aqui este filme alemão com o título original; pesquisei e achei um site que traduziu para o português como “FABIAN E O CASAMENTO ASSASSINO”, muito mais adequado), 2026, Alemanha, 1h40m, direção de Markus Sehr, seguindo roteiro assinado por Martin Eigler, Sönke Lars Neuwöhner, Sven Poser e Judy Horney. Trata-se de uma comédia repleta de mistério, cuja história lembra muito os romances policiais da escritora inglesa Agatha Christie. Tudo começa quando o vigarista Fabian Kurtz (o comediante alemão Bastian Pastewka) está fugindo depois de tentar dar um golpe num empresário. Identificando-se como fotógrafo, ele entra num ônibus que levará várias pessoas a uma festa de casamento fora da cidade. O local do destino é uma mansão de luxo de propriedade de uma ricaça, tia da noiva. Kurtz acaba descobrindo que a dona da casa possui uma pequena e valiosa escultura representando a Vênus de Wildenfeld, de 40 mil anos. Claro que os olhos de Kurtz se transformam em dois cifrões, e lá vai ele atrás da escultura, que ninguém sabe onde está. Só que ele não contava que alguém seria assassinado. O espertalhão imediatamente diz que é, na verdade, um detetive e que vai investigar o caso. Claro que seu principal objetivo é localizar a valiosa escultura. A confusão está formada. Todos são suspeitos e cabe ao espectador tentar descobrir quem é o assassino. O filme não é nenhuma Brastemp, mas passa longe de uma geladeira de isopor. Elenco: Bastian Pastewka, Nicole Beutler, Magnus Krepper, Berinhard Schütz, Barbara Philipp, Taneshia Abt, Lena Dörrie, Ercan Durmaz, Daniel Rodic, Knud Riepen, Anton Dreger, Tamara Romera Ginés, Mira Partecke, Marta Kizyma, Georg Paluza e Rabea Lüthi.

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