segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

 

“O CHEIRO DO OURO” (CASH”), 2023, França, 1h35m, em cartaz na Netflix, direção de Jérémie Rozan (é o seu primeiro longa), que também assina o roteiro com Victor Rodenbach. Trata-se de uma comédia policial que não engrena como comédia, mas prende a atenção do espectador do começo ao fim. Tanto a história como a empresa e os personagens são fictícios. O que não é ficção é a cidade, Chartres, na verdade, como é chamada por lá, uma comuna. Nela existe uma empresa chamada Breuil & Sons, fabricante de perfumes finos e caros. Um sucesso de vendas há gerações. Um jovem morador da comuna chamado Daniel Salveur (Raphaël Quenard) consegue um emprego na linha de produção da empresa, depois de anos vivendo de bicos. Enfim, um fracassado. Mas ao ingressar na Breuil, ele começa a pensar numa fórmula ousada e inteligente de ganhar dinheiro roubando frascos para vender pela Internet. Além do sócio e amigo Scania (Igor Gotesman), ele montou uma verdadeira quadrilha dentro da fábrica, incluindo sua namorada, acreditem se quiser, a diretora de Recursos Humanos (Agathe Rousselle). O filme é bastante movimentado e agrada pelas situações criativas boladas pelo roteiro. Recomendo.      

Nenhum comentário: