“GOYO”, 2024,
Argentina, 1h47m, em cartaz na Netflix, roteiro e direção de Marcos Carnevale
(veja no final do comentário alguns dos melhores filmes do cineasta argentino). A
história é centrada em Gregório, a quem todo mundo chama de Goyo. Ele tem por volta
de 30 anos e sofre do transtorno do espectro autista em grau avançado (Síndrome
de Asperger). Ele é um rapaz esquisito, mas bonito, muito inteligente e culto. Seu amplo
conhecimento pelas artes em geral, principalmente pinturas – é fã de Van Gogh -,
o levou ao cargo de guia num museu de artes de Buenos Aires, onde é querido pelos
colegas. Ele mora com os irmãos numa ampla e confortável casa. Saula (Soledad
Villamil), sua irmã, é uma pianista consagrada que vive viajando em turnês. Seu
meio-irmão, Matute (Pablo Rago), é dono de um restaurante de sucesso. Ele é o
conselheiro e confidente de Goyo. Chegou o dia, porém, que complicaria a vida
de Goyo. Ele se apaixona perdidamente por Eva (Nancy Dupláa), a nova segurança
do museu, muito mais velha do que ele e mãe de dois filhos. Ela colocou o
marido, um ex-presidiário, pra fora de casa, mas ele insiste em voltar. Goyo
vai entrar nessa confusão e sofrer as consequências de um amor impossível. É
mais um ótimo filme argentino, um drama romântico muito sensível e bem-humorado. Não
perca! Elenco: Nicolás Furtado, Nancy Dupláa, Soledad Villamil
(de “O Segredo dos Seus Olhos”), Pablo Rago, Diego Alonso Gómez, Cecília Roth,
Mayra Homar, Balthazar Murillo e Aldo Onofri. Conforme prometido, relaciono alguns
filmes do cineasta Marcos Carnevale que assisti e gostei muito: “Elza &
Fred” (2005), “Coração de Leão – O Amor não tem Tamanho” (2013), “Viúvas’
(2011), “Inseparáveis” (2016) e “Coração Delator” (2025).
sábado, 14 de março de 2026
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