“CONSPIRADORES” (“LOS
CREYENTES”), 2026, Espanha, 1h46m, em cartaz na Netflix,
direção de Roger Gual, seguindo roteiro assinado por Carlos Monteiro Castiñeira
e Darío Madrona. Trata-se de um suspense cuja história é centrada numa dúvida
cruel: a mulher morreu num acidente ou foi assassinada? A vítima é a mãe de
Ruth (Stéphanie Magnin), que há dois anos vive em Berlim, onde trabalha como bartender
numa discoteca. Quando recebe a notícia, Ruth retorna à sua cidade natal na
Espanha. Segundo seu pai Martín (José Coronado) e a polícia local, a mãe bebeu
demais e caiu no banheiro, bateu com a cabeça e morreu. Ruth não acredita em
acidente. Pior, passa a desconfiar do própria pai, que mostra um comportamento
estranho e agressivo, pois está consumido por teorias da conspiração, acusando a indústria
farmacêutica de todos os males do mundo, inclusive utilizando crianças para
pesquisas. Esse comportamento maluco é compartilhado por uma mulher,
ex-policial, que Ruth acredita ser também amante do pai. E por aí vai a
história, até que no desfecho trágico tudo será esclarecido. Apesar da presença
sempre marcante do veterano ator José Coronado, o filme não me convenceu. Entre
os prós e contras, fiquei com os contras. Elenco: José Coronado,
Stéphanie Magnin, Fanny Gautier, Mabel Del Pozo, Celine Fortenbacher, Alberto
Olmo, Israel Ruiz, Álvaro Gallego, María Prendes e Olaya López.



