domingo, 30 de agosto de 2026

 

“NA ZONA CINZENTA” (“IN THE GREY”), 2026, coprodução Estados Unidos/Inglaterra, 1h38m, em cartaz na Prime Vídeo, roteiro e direção do cineasta inglês Guy Ritchie (ex de Madonna). A primeira vez que vi um filme de Guy Ritchie foi em 1998, “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes”, um filmaço. Minha admiração cresceu ainda mais dois anos depois quando assisti “Snatch – Porcos e Diamantes”. Ele seguiu adiante escrevendo e dirigindo filmes com seu estilo próprio, com muita ação, perseguições, cenas de luta, planos mirabolantes e muito humor. E esta é a receita adotada também em “Na Zona Cinzenta”, com um elenco de primeira (veja no final do comentário). A história envolve o roubo de 1 bilhão de dólares de um grande banco. Bobby Sheen (Rosamund Pike), a principal acionista do banco, contrata uma equipe de mercenários, chefiada por Rachel Wild (Eiza González), para encontrar quem roubou a fortuna. A investigação apontou o poderoso mafioso Manny Salazar (Carlos Bardem, irmão de Javier Bardem), cujo quartel-general fica numa ilha e que conta com um verdadeiro exército para protegê-lo. Durante meses a equipe de mercenários elabora um plano para ingressar na ilha e pegar de volta o dinheiro roubado. É justamente quando o plano começa a ser executado que o filme engrena para uma ação desenfreada até o desfecho. Elenco: Eiza González, Henry Cavill, Jake Gyllenhaal,  Carlos Bardem, Rosamund Pike, Fisher Stevens, Michal Vu, Jason Wong, Mohammed Al Turki, Kojo Attah, Emmet J. Scanlan, Kristofer Hivju, Silvia Naval, Christian Ochea Lavernia, Karlos Klaumannsmoller e Marco Glimne.     

 

 

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“NOVAK DJOKOVIC: LOBO NO INVERNO” (“NOVAK DJOKOVIC: THE WOLF IN WINTER”), 2026, Estados Unidos, 1h33m, em cartaz na Prime Vídeo, roteiro e direção de Jason Hehir (“The Last Dance”). Nos últimos 20 anos em que se consagrou como um dos maiores tenistas do mundo, o sérvio Novak Djokovic ganha um documentário especial sobre sua trajetória vitoriosa. Djokovic tem no currículo mais de 1.100 vitórias como tenista profissional, 24 títulos de Grand Slam, venceu 40 torneios do Master 1000 e conquistou um ouro olímpico para a Sérvia, além do recorde de permanência de 428 semanas como número 1 do mundo. Um fenômeno. Da infância durante a guerra que envolveu seu país no início dos anos 90, os primeiros treinos nas quadras e seu incrível desempenho profissional, o documentário ainda destaca depoimentos de tenistas como Andre Agassi, Pete Sampras, Boris Becker, Jim Courier e Rafael Nadal, assim como diversos jornalistas esportivos, entre os quais Mary Carillo, Patrick McEnroe, Howard Bryant, Chris Clarey e Matthew Futterman, além, claro, de Djokovic e de sua esposa Jelena. O documentário também destaca a polêmica sobre a vacina contra a Covid-19 que o sérvio se recusou a tomar, o que causou sua eliminação do torneio da Austrália. O documentário é ótimo, vai agradar os fãs do tênis e, em especial, os de Djokovic. Só achei falta das palhaçadas que o sérvio costuma fazer nas quadras. Hoje, aos 39 anos, eles está longe de se aposentar. Continua disputando os principais torneios mais importantes sempre em alto nível.