“PEAKY BLINDERS – O HOMEM
IMORTAL” (“PEAKY BLINDERS: THE IMMORTAL MAN”), 2026,
em cartaz na Netflix, 1h52m, coprodução Inglaterra/EUA/França, direção de Tom
Harper (“Agente Stone”, “Os Aeronautas”), seguindo roteiro assinado por Steven
Knight. Trata-se de um complemento da série “Peaky Blinders: Sangue, Apostas e
Navalhas”, iniciada em 2013 e concluída em 2022. Foi um grande sucesso,
abordando a história da gangue criminosa liderada pela família Shelby, que
entre os anos de 1919 até 1934 aterrorizou a Inglaterra a partir da cidade de
Birmingham. No filme alvo deste comentário, a história é ambientada em 1940,
logo após o início da Segunda Guerra Mundial. Quando a força aérea nazista bombardeia
Birmingham, uma fábrica de armas é atingida, matando todos os seus funcionários.
As armas que sobraram foram roubadas pela gangue chefiada por Duke Shelby
(Barry Keoghan), filho do lendário Tommy Shelby (Cillian Murphy, vencedor do
Oscar por “Oppenheimer”). Esse roubo, porém, fazia parte de um acordo com um
agente nazista, que também incluía um plano para desestabilizar economicamente
a Inglaterra. Sabendo disso e do assassinato de sua irmã Ada (Sophie Rundle), Tommy
Shelby resolve abandonar o exílio e retorna a Birmingham para confrontar o
filho sanguinário. Não vi a série, mas mesmo assim gostei muito do filme, que
aliás alcançou a incrível aprovação de 93% dos críticos ouvidos pelo site
Rotten Tomatoes. Realmente, o filme é ótimo, tudo funcionando muito bem: roteiro, direção, elenco, recriação de época, fotografia, cenografia. Simplesmente imperdível, mesmo que você não tenha visto a série. Elenco: Cillian Murphy, Barry Keoghan, Rebecca
Ferguson, Sophie Rundle, Tim Roth, Stephen Graham, Jay Lycurgo, Packy Lee, Ian
Peck, Ned Dennehy, Thomas Arnold, Kasper Hilton-Hille, Iain Fletcher e Ruby
Ashbourne Serkis.

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