“INTELIGÊNCIA HUMANA” (“HUMINT”), 2026,
Coreia do Sul, 1h59m, em cartaz na Netflix, roteiro e direção de Ryoo
Seung-Wan. Trata-se de um filme de espionagem com bastante suspense e ação. No
cardápio da história, muita política, corrupção, tráfico de drogas e de pessoas,
contrabando e prostituição. Ainda abalado pelo assassinato de uma importante
informante, à qual prometera proteger, um agente do serviço secreto da Coreia
do Sul é enviado para uma perigosa missão na cidade russa de Vladivostok visando
descobrir quem estaria envolvido no tráfico de metanfetamina que chegava à
Coreia do Sul via Coreia do Norte. Segundo o governo sul-coreano, a invasão da
droga no país é uma estratégia de seu inimigo do norte para desestabilizar a sociedade
sul-coreana. O agente descobriu o envolvimento de uma poderosa máfia russa,
além do cônsul da Coreia do Norte em Vladivostok. De início, o espectador pode
ficar meio perdido na história, com tantos personagens, mas aos poucos
conseguirá entendê-la. É a partir da segunda metade do filme que a ação começa pra valer, com muitos tiros e sangue jorrando. Cenas muito bem feitas. O
filme é muito bom e ainda conta com um excelente elenco constituído de artistas
populares do cinema sul-coreano, como Zo In-Sung, Park Jeong-Min e Shin Sae-Kyeong.
“Inteligência Humana” alcançou o primeiro lugar no ranking global entre as 973
plataformas de streaming do mundo. Não é qualquer filme que consegue essa
marca.

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