“LINDAS E LETAIS” (“PRETTY
LETHAL”), 2026, coprodução Estados Unidos/Inglaterra, 1h31m, em
cartaz na Prime Vídeo, direção de Vicky Jewson (“Close”, “Born of War”),
seguindo roteiro assinado por Kate Freund. Quem conhece um pouco de cinema sabe
que filmes trash são aqueles geralmente de baixo orçamento com histórias
absurdas que buscam chocar ou divertir pelo grotesco (humor negro), além de muito
sangue jorrando. “Lindas e Letais” é um bom exemplo desse gênero cultuado por
poucos. Cinco jovens bailarinas saem dos Estados Unidos rumo à Hungria, onde na
capital Budapeste disputarão uma importante competição internacional. O ônibus que está
levando o grupo quebra no meio de uma floresta. As cinco bailarinas e a técnica
decidem abandonar o ônibus e procurar um telefone para pedir resgate. Encontram
um casarão que serve como pousada, restaurante e casa de shows, mas a
frequência é péssima, formada por delinquentes e alguns ciganos da pior
qualidade. Por uma incrível coincidência que só o cinema é capaz de criar, a dona
do estabelecimento é uma ex-dançarina clássica, a misteriosa Devora Kasimer (Uma
Thurman). As cinco bailarinas são simplesmente presas na casa e têm que se
defender da melhor maneira possível para sobreviver até o final da história. Em
ótima forma física, o quinteto resolve ensaiar movimentos transformando o balé
clássico numa arte marcial, e a partir de então a matança é brava. Mas tem seus
momentos de humor, quando uma das bailarinas é torturada por um psicopata. Com
um alicate ele arranca a unha do dedão da moça, que dando risada diz a ele que já
perdeu inúmeras unhas e já não sente mais dor. Trocando em miúdos, o filme
garante muito suspense e ação, sustos e risadas. Enfim, um bom entretenimento
pelo menos para os que gostam de filmes trash. Elenco: Uma
Thurman, Maddie Ziegler, Iris Apatow, Lana Condor, Millicent Simmonds, Avantika
Vandanapu, Lydia Leonard, Julian Krenn, Tamás Hagió, Miklós Béres, Péter Végh,
Krisztián Csákvári, Kate Freund, TamáS Szabó Sipos e Bela Orsányi.

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