terça-feira, 7 de abril de 2026

 

“LINDAS E LETAIS” (“PRETTY LETHAL”), 2026, coprodução Estados Unidos/Inglaterra, 1h31m, em cartaz na Prime Vídeo, direção de Vicky Jewson (“Close”, “Born of War”), seguindo roteiro assinado por Kate Freund. Quem conhece um pouco de cinema sabe que filmes trash são aqueles geralmente de baixo orçamento com histórias absurdas que buscam chocar ou divertir pelo grotesco (humor negro), além de muito sangue jorrando. “Lindas e Letais” é um bom exemplo desse gênero cultuado por poucos. Cinco jovens bailarinas saem dos Estados Unidos rumo à Hungria, onde na capital Budapeste disputarão uma importante competição internacional. O ônibus que está levando o grupo quebra no meio de uma floresta. As cinco bailarinas e a técnica decidem abandonar o ônibus e procurar um telefone para pedir resgate. Encontram um casarão que serve como pousada, restaurante e casa de shows, mas a frequência é péssima, formada por delinquentes e alguns ciganos da pior qualidade. Por uma incrível coincidência que só o cinema é capaz de criar, a dona do estabelecimento é uma ex-dançarina clássica, a misteriosa Devora Kasimer (Uma Thurman). As cinco bailarinas são simplesmente presas na casa e têm que se defender da melhor maneira possível para sobreviver até o final da história. Em ótima forma física, o quinteto resolve ensaiar movimentos transformando o balé clássico numa arte marcial, e a partir de então a matança é brava. Mas tem seus momentos de humor, quando uma das bailarinas é torturada por um psicopata. Com um alicate ele arranca a unha do dedão da moça, que dando risada diz a ele que já perdeu inúmeras unhas e já não sente mais dor. Trocando em miúdos, o filme garante muito suspense e ação, sustos e risadas. Enfim, um bom entretenimento pelo menos para os que gostam de filmes trash. Elenco: Uma Thurman, Maddie Ziegler, Iris Apatow, Lana Condor, Millicent Simmonds, Avantika Vandanapu, Lydia Leonard, Julian Krenn, Tamás Hagió, Miklós Béres, Péter Végh, Krisztián Csákvári, Kate Freund, TamáS Szabó Sipos e Bela Orsányi.

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