“MAR PROFUNDO” (“OCEAN DEEP”), 2023,
Inglaterra, 1h30m, em cartaz na Prime Vídeo, roteiro e direção de Liza Bolton (“O
Despertar do Mal”). Trata-se de um psicodrama à base de mistério e com pitadas de sobrenatural. O
cientista marinho Rory (Lochlann O’Mearain) desaparece misteriosamente no mar durante
um mergulho para seus estudos da flora submarina. Ele trabalha para um
laboratório cuja finalidade é encontrar algas e corais que possam contribuir
para a produção de remédios. Seu desaparecimento é um enigma e a busca pelo seu corpo é encerrada depois de três meses. Sua esposa, Mara
(Connie Nielsen), uma artista plástica amadora, entra em depressão e começa a
ter alucinações. Numa delas, vê vazamento por toda casa, o que só existe em sua
cabeça. Até o teto da sala vira mar. Aí já é demais. Por trás dessa tragédia,
porém, há uma conspiração evidente sobre a intenção dos donos do laboratório,
que talvez tenham causado a morte do cientista. O filme não faz jus à carreira
consolidada da atriz dinamarquesa Connie Nielsen (“Gladiador”, Anônimo 1 e 2”,
“Advogado do Diabo”), que perto dos 60 anos continua bonita e excelente atriz. Mas
nem sua presença salva esse drama arrastado que deveria ser chamado, na verdade,
de “Sono Profundo”. Por outro lado, é justo elogiar o cenário dos fiordes que serve
de fundo para as imagens. Não há menção sobre esse belo local, mas fiz uma pesquisa
e descobri que talvez seja o fiorde “Killary Harbour”, na Irlanda. Fora isso,
nada a acrescentar para justificar a existência de um filme tão fraco. Elenco:
Connie Nielsen, Colin Bennet, Wayne Gordon, Lochlann O’Mearain, Michael Parr,
Vivien Mills, Agni Scott, Lee Starkey, Mads Sjødard Pettersen, Anna Walton e
Bill Collings.
sexta-feira, 17 de abril de 2026
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