sábado, 18 de abril de 2026

“JUSTIÇA ARTIFICIAL” (“MERCY”), 2026, Estados Unidos, 1h39m, em cartaz na Prime Vídeo, direção de Timur Bekmambetov, seguindo roteiro assinado por Marco Van Belle. Trata-se de um suspense de ficção científica muito interessante e inteligente. Num futuro próximo (achei 2029 próximo demais), a justiça da cidade de Los Angeles é comandada por um sistema jurídico artificial. Vou tentar explicar. Uma tal juíza chamada Madox (Rebecca Ferguson), na verdade um robô, é responsável por acusar, prender, julgar e condenar marginais. Já condenou 18 à cadeira elétrica e agora inicia o 19º julgamento, o do policial Chris Raven (Chris Pratt), acusado de assassinar a esposa. É aqui que começa o filme, com o policial sendo interrogado pela Madox. Chris terá 90 minutos para provar sua inocência e a inteligência artificial será utilizada para rever os fatos, filmados de maneira a confirmar evidências ou negá-las. O ritmo é alucinante, não permitindo um piscar de olhos por parte do espectador para não perder qualquer detalhe. Acredito que está aqui o melhor mérito do roteiro: prender a atenção de quem está assistindo. Até o desfecho do julgamento ocorrerão várias reviravoltas, tornando “Justiça Artificial” um ótimo e inteligente entretenimento. De quebra, ainda tem a beleza estonteante da atriz sueca Rebecca Ferguson, que nem de robô consegue ser feia. Imperdível. Elenco: Chris Pratt, Rebecca Ferguson, Annabelle Wallis, Kylie Rogers, Kali Reis, Rafi Gavron, Chris Sullivan, Kenneth Choi, Stephen Collins e John Bubniak.

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