“JUSTIÇA ARTIFICIAL” (“MERCY”), 2026,
Estados Unidos, 1h39m, em cartaz na Prime Vídeo, direção de Timur Bekmambetov,
seguindo roteiro assinado por Marco Van Belle. Trata-se de um suspense de
ficção científica muito interessante e inteligente. Num futuro próximo (achei
2029 próximo demais), a justiça da cidade de Los Angeles é comandada por um
sistema jurídico artificial. Vou tentar explicar. Uma tal juíza chamada Madox
(Rebecca Ferguson), na verdade um robô, é responsável por acusar, prender,
julgar e condenar marginais. Já condenou 18 à cadeira elétrica e agora inicia o
19º julgamento, o do policial Chris Raven (Chris Pratt), acusado de assassinar
a esposa. É aqui que começa o filme, com o policial sendo interrogado pela
Madox. Chris terá 90 minutos para provar sua inocência e a inteligência
artificial será utilizada para rever os fatos, filmados de maneira a confirmar
evidências ou negá-las. O ritmo é alucinante, não permitindo um piscar de olhos
por parte do espectador para não perder qualquer detalhe. Acredito que está
aqui o melhor mérito do roteiro: prender a atenção de quem está assistindo. Até
o desfecho do julgamento ocorrerão várias reviravoltas, tornando “Justiça
Artificial” um ótimo e inteligente entretenimento. De quebra, ainda tem a beleza estonteante da atriz sueca Rebecca Ferguson, que nem de robô consegue ser feia. Imperdível. Elenco: Chris
Pratt, Rebecca Ferguson, Annabelle Wallis, Kylie Rogers, Kali Reis, Rafi Gavron,
Chris Sullivan, Kenneth Choi, Stephen Collins e John Bubniak.
sábado, 18 de abril de 2026
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