A GESTORA (LA JEFA), 2022,
Espanha, 1h49m, em cartaz na Netflix, roteiro de Laura Sarmiento Pallarés e
direção de Fran Torres. Desde que a vi pela primeira vez no cinema, fazendo par
romântico com Keanu Reeves em “Caminhando nas Nuvens”, de 1995, fiquei fã
incondicional da atriz espanhola Aitana Sánchez-Gijón, principalmente por sua
beleza. Foi ao ler seu nome nos créditos de “A Gestora” que me levou a assistir
a este drama de suspense espanhol e constatar que ela, agora aos 56 anos,
continua maravilhosa. Mas o filme... Aitana faz o papel de Beatriz, uma
importante empresária do mundo da moda. É uma mulher chique, arrogante e nada
simpática no trato com seus funcionários. Até que contrata uma nova assistente,
a jovem imigrante argentina Sofia (Cumelen Sanz), que logo se mostra inteligente
e cai nas graças de Beatriz. Prestes a ser promovida na empresa, Sofia anuncia
que está grávida do seu namorado, o também imigrante colombiano Nacho (Álex
Pastrana). Beatriz vê na situação uma oportunidade de contornar uma das suas
frustações: não conseguir engravidar. Ela propõe a Sofía que cuidará dela em
sua gravidez e adotará a criança. Tudo na base de um contrato. Sofía é colocada
em isolamento na mansão de Beatriz e, para a namorado, diz que vai trabalhar em
Londres por um tempo. Aos poucos, porém, todo esse contexto dramático acaba em alguns
imprevistos e é aqui que começa o suspense que traz a expectativa de uma tragédia
no desfecho. O filme até que vai bem até perto do final, quando desanda numa
série de situações pouco convincentes, inclusive no desfecho abrupto. Difícil
recomendar.
domingo, 10 de agosto de 2025
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