domingo, 22 de dezembro de 2013

“Renoir”, produção francesa de 2012. Em 1915, o já consagrado pintor francês Pierre-Auguste Renoir está deprimido. Sofre de uma artrite brava e tem dificuldades para pintar. Ele vive cercado de empregados numa casa na Côte d'Azur, num cenário bucólico e esplendoroso. Aí chega uma nova modelo contratada para posar e o astral do pintor, já velho, melhora a olhos vistos. No meio disso, chega da guerra, ferido, o seu filho Jean (que seria mais tarde o famoso diretor de cinema Jean Renoir), que se apaixona pela modelo. E por aí vai. O filme é meio monótono, como a paisagem do lugar. Não é um filme maravilhoso, mas tem algumas coisas interessantes. Por exemplo, a fotografia do filme foi toda baseada no estilo das pinturas de Renoir (a fotografia do filme é maravilhosa). Curiosidade: os quadros que aparecem no filme foram feitos por um falsificador que acabara de sair da cadeia, um tal Guy Ribes. Para quem gosta da arte dos pincéis, o filme é um prato, aliás, um quadro cheio.

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