“Renoir”, produção
francesa de 2012. Em 1915, o já consagrado pintor francês Pierre-Auguste Renoir
está deprimido. Sofre de uma artrite brava e tem dificuldades para pintar. Ele
vive cercado de empregados numa casa na Côte d'Azur, num cenário bucólico e
esplendoroso. Aí chega uma nova modelo contratada para posar e o astral do
pintor, já velho, melhora a olhos vistos. No meio disso, chega da guerra,
ferido, o seu filho Jean (que seria mais tarde o famoso diretor de cinema Jean
Renoir), que se apaixona pela modelo. E por aí vai. O filme é meio monótono,
como a paisagem do lugar. Não é um filme maravilhoso, mas tem algumas coisas
interessantes. Por exemplo, a fotografia do filme foi toda baseada no estilo
das pinturas de Renoir (a fotografia do filme é maravilhosa). Curiosidade: os
quadros que aparecem no filme foram feitos por um falsificador que acabara de
sair da cadeia, um tal Guy Ribes. Para quem gosta da arte dos pincéis, o filme
é um prato, aliás, um quadro cheio.domingo, 22 de dezembro de 2013
“Renoir”, produção
francesa de 2012. Em 1915, o já consagrado pintor francês Pierre-Auguste Renoir
está deprimido. Sofre de uma artrite brava e tem dificuldades para pintar. Ele
vive cercado de empregados numa casa na Côte d'Azur, num cenário bucólico e
esplendoroso. Aí chega uma nova modelo contratada para posar e o astral do
pintor, já velho, melhora a olhos vistos. No meio disso, chega da guerra,
ferido, o seu filho Jean (que seria mais tarde o famoso diretor de cinema Jean
Renoir), que se apaixona pela modelo. E por aí vai. O filme é meio monótono,
como a paisagem do lugar. Não é um filme maravilhoso, mas tem algumas coisas
interessantes. Por exemplo, a fotografia do filme foi toda baseada no estilo
das pinturas de Renoir (a fotografia do filme é maravilhosa). Curiosidade: os
quadros que aparecem no filme foram feitos por um falsificador que acabara de
sair da cadeia, um tal Guy Ribes. Para quem gosta da arte dos pincéis, o filme
é um prato, aliás, um quadro cheio.
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