“O ÚLTIMO GIGANTE” (“EL ÚLTIMO
GIGANTE”), 2026, Argentina, 1h42m, em cartaz na Netflix, roteiro e
direção de Marcos Carnevale. A assinatura “Carnevale” é um aval e tanto para garantir a qualidade de qualquer filme. O cineasta é responsável por alguns dos melhores filmes argentinos dos últimos anos (veja minhas dicas no final do comentário). “O Último Gigante” é um
drama familiar de muitas emoções e bastante sensível. Depois de abandonar a
mulher e o filho há 28 anos, Julián (o grande Oscar Martinez) sai de Buenos
Aires, onde constituiu outra família, e vai procurar a ex Letícia (Inés Estévez)
e o filho Bóris (Matias Mayer) em Porto Iguazú, cidade fronteiriça à nossa Foz
do Iguaçu. Bóris trabalha como guia turístico no Parque Nacional Iguazú. Por
que depois de tanto tempo Julián resolve se aproximar deles? Simples: ele tem
uma doença terminal e pouco tempo de vida. Ou seja, ele busca uma reconciliação
para talvez talvez ser perdoado pelos erros do passado. De início, Bóris não quer saber dele. Com Letícia
(Inés Estévez), a ex-esposa, porém, a receptividade é melhor, pois ela foi
muito apaixonada por Julián. Até perto do desfecho, pai e filho tentarão se
entender e é aí que acontecem as cenas de maior emoção, com diálogos de grande sensibilidade.
O desfecho, entretanto, reserva uma missão muito difícil para Bóris. “O Último
Gigante” é mais um grande filme argentino. Elenco: Oscar Martinez,
Matias Mayer, Inés Estévez, Luis Luque, Silvia Kutika, Johanna Francella,
Alexia Moyano, Javier de Nevares, Ludmila Miol, Gisele Vignatti, Franco Ramírez
e Fernando Vergara. Conforme prometi, indico alguns filmes importantes dirigidos
por Marcos Carnevale e que assisti e comentei neste blog: “Elsa & Fred”, “Goyo”,
“Inseparáveis”, “Coração de Leão – O Amor não tem Tamanho” e “Coração Delator”, todos ótimos.

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