“MÁQUINA DE GUERRA” (“WAR
MACHINE”), 2026, coprodução Austrália/Estados Unidos, 2h02m, em cartaz na Netflix, direção
de Patrick Hughes, que também assina o roteiro ao lado de James Beaufort (que participa como ator – é o número 23). Os Rangers e os Seals fazem parte
da elite das forças armadas norte-americanas. Ambas são responsáveis pelas
missões mais importantes e perigosas pelo mundo afora. “Máquina de Guerra” tem o
foco nos Army Rangers (75º Regimento), uma unidade cujo ingresso não é para
qualquer um. No início, o filme mostra os exercícios de treinamento militar
incluído no processo de seleção, que a maioria dos candidatos acaba ficando no meio do caminho. Antes do
primeira fase de treinamento, os candidatos são obrigados a esquecer seus
nomes, passando a ser chamados por números. Na última etapa do treinamento, o
grupo, já bastante reduzido em razão das dispensas, adentra uma floresta para
enfrentar os desafios idealizados pelos instrutores. Só que o desafio será muito
maior, já que o grupo terá de enfrentar nada mais nada menos do que um robô
gigante, provavelmente um inimigo vindo do espaço. Isso mesmo, acredite se
quiser. O monstro é uma verdadeira máquina de guerra, utilizando raios laser
para localizar e eliminar os inimigos terrestres, muitos deles do grupo de
Rangers. Tudo bem que a história é um tanto fantasiosa, mas as cenas de ação
são espetaculares. O desfecho dá a entender que haverá, com certeza, uma ou
mais continuações, pois nosso planeta está sendo invadido por milhares desses
monstros. Um filmaço com muita ação. Elenco: Alan Ritchson (81), Joshua
Diaz (96), Daniel Webber (57), Jack Patten (109), Matt Testro (38), Blake
Richardson (15), James Beaufort (23), Keiynam Lonsdale (60), Dennis Quaid,
Heather Burridge, Jai Courtney, Christopher Kirby, Esai Morales, Alex King,
Stephan James e Heather Burridge.



































