“RETORNO A SEUL” (“RETOUR À SÉOUL”), 2022,
coprodução Camboja/França/Bélgica/Alemanha, em cartaz na Prime Vídeo, roteiro e
direção do cineasta francês Davi Ghou. Drama estreou, com muitos elogios, no Festival
de Cannes 2022 na seção Un Certain Regard e representou o Camboja
na disputa do Oscar 2023 na categoria Melhor Longa-Metragem Internacional. O
filme não é tão bom para merecer tanto, mas não é tão ruim para ser rejeitado.
Com base em 25 resenhas de críticos profissionais, o filme obteve um índice de
aprovação de 96%, um resultado excelente em se tratando do site Rotten
Tomatoes. A história é centrada na jovem Frédérique “Freddie” Benoît (Ji-Min Park) que, 25 anos
depois de ser adotada por um casal francês, volta a Seul (Coreia do Sul) para tentar
encontrar os seus pais biológicos. A tarefa não é fácil, e Freddie acaba
ficando na capital sul-coreana, se envolvendo em inúmeras situações
inesperadas, mostrando um comportamento não muito adequado muitas vezes, até
inconveniente em algumas ocasiões. Chega a se envolver com traficantes de armas, situação que não é muito destacada no roteiro, que se prende apenas na busca do pai e da mãe. Ao mesmo tempo, convive em certos momentos com uma certa apatia e depressão.
Falado em coreano, inglês e francês, “Retorno a Seul” não é um filme para o
grande público, pois é reflexivo, contemplativo, intimista e lento demais, mas
tem suas qualidades como filme de arte que pretende ser.
sexta-feira, 11 de julho de 2025
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