segunda-feira, 14 de julho de 2025

 

“NOSFERATU”, 2024, coprodução Estados Unidos/República Checa, 2h14m, em cartaz na Prime Vídeo, roteiro e direção de Robert Eggers (“O Farol”, “A Bruxa”, “O Homem do Norte”). Esta é mais uma adaptação para o cinema do romance “Drácula”, escrito em 1897 por Bram Stoker. A mais famosa é a de 1922, “Nosferatu”, considerada uma obra-prima do expressionismo alemão. Também posso citar “Nosferatu: O Vampiro da Noite”, de 1979, e “Nosferatu: A Symphony of Horror, de 2023. Esta última adaptação, de 2024, recebeu quatro indicações ao Oscar (Melhor Figurino, Melhor Cabelo e Maquiagem, Melhor Fotografia e Melhor Direção de Arte”). Não ganhou a estatueta em nenhuma. No elenco, os papeis principais foram interpretados por Lily-Rose Depp (filha do ator Johnny Depp e da atriz Marisa Paradis), Nicholas Hoult, Aaron Taylor-Johnson, Bill Skarsgard, Emma Corrin e Willem Dafoe. Nesta última versão, ambientada em 1838, na Alemanha, a vítima da vez é Ellen Hutter (Depp), esposa do corretor imobiliário Thomas Hutter (Hoult). O Conde Orlok (Skarsgard), que nas horas vagas se transforma no vampiro Nosferatu, se apaixona pela moça, que desde jovem tem sonhos assustadores, visões sobrenaturais e alucinações. Esse sofrimento só será evitado se ela se entregar sexualmente a Nosferatu, que sai da Transilvânia para concretizar o seu desejo. O filme tem seus méritos, como a excelente fotografia e a ambientação de época, mas o resultado final não me convenceu.    

Nenhum comentário: