sexta-feira, 5 de agosto de 2016
quarta-feira, 3 de agosto de 2016

terça-feira, 2 de agosto de 2016

segunda-feira, 1 de agosto de 2016


sexta-feira, 29 de julho de 2016

quinta-feira, 28 de julho de 2016
“UMA CAMINHADA NA FLORESTA” (“A Walk in the Woods”), 2015, EUA, comédia, direção de Ken Kwapis. Depois de duas décadas
morando na Inglaterra e viajando por vários países para fazer reportagens sobre
roteiros turísticos, o jornalista Bill Bryson (Robertg Redford) retorna aos EUA
para curtir uma merecida aposentadoria ao lado da esposa Catherine (Emma
Thompson) e dos filhos. Só que um dia, após comparecer ao velório de antigo
amigo, Bill chega à conclusão de que ainda não chegou a hora de se entregar à
velhice. Ele quer um novo desafio. Resolve, então, partir para uma aventura:
enfrentar uma caminhada de 3.500 km pela Trilha dos Apalaches (“Apalachian
Trail”). Sua mulher, porém, o aconselha a encarar o desafio com uma companhia.
Surge então um antigo colega de colégio, Katz (Nick Nolte), um beberrão gordo e
completamente fora de forma. E lá vão eles pela floresta e montanhas afora.
Claro que não seguirão à risca o manual do andarilho aventureiro, pois hospedam-se
em motéis e pegam caronas na estrada. A história é baseada em fatos reais,
relatados no livro “A Walk in the Woods: Rediscovering America on the Appalachian
Trail”, de Bill Bryson (o personagem de Redford). O filme é muito divertido. Parece
que Redford e Nolte estão realmente curtindo a aventura e se divertindo de verdade nas filmagens.
Curioso é ver a grande Emma Thompson num papel tão pequeno. O time de veteranos do elenco é reforçado pela ótima Mary Steenburgen. O diretor Kwapis (“Ela
não está tão a fim de Você” e “Licença para Casar”) prova mais uma vez que
entende de comédia. Diversão garantida!
terça-feira, 26 de julho de 2016

segunda-feira, 25 de julho de 2016

domingo, 24 de julho de 2016

sábado, 23 de julho de 2016

quarta-feira, 20 de julho de 2016

terça-feira, 19 de julho de 2016


domingo, 17 de julho de 2016

quinta-feira, 14 de julho de 2016
“MORTE EM BUENOS AIRES” (“Muerte en Buenos Aires”), Argentina,
2014, marca a estreia na direção de Natalia Meta, que também escreveu o
roteiro, e também a estreia de Chino Darín (filho do astro Ricardo) como
protagonista. Trata-se de um filme policial ambientado nos anos 80 cuja
história é centrada nas investigações de um homicídio de um homem da alta
sociedade portenha. Quem cuida do caso é o inspetor Chavez (o ator mexicano
Demian Bichir), que nomeia como seu assistente direto o agente Gómez “El Ganso”
(Chino Darín). Logo no começo das investigações, descobre-se que a vítima
gostava de rapazes e logo aparece um suspeito, o afetado, prepotente e trambiqueiro Kevin
González (Carlos Casella). É nele que o inspetor Chavez mira sua lupa,
utilizando “El Ganso” como isca. O filme termina sem uma conclusão fácil para o
espectador, que é obrigado a adivinhar quem, afinal, é o verdadeiro assassino.
Achei exagerada e um tanto forçada a insinuação de que o inspetor Chavez, pai
de família e um rígido policial, é chegado num lance homossexual. Ficou fora do
contexto, assim como a correria dos cavalos pelas ruas de Buenos Aires. Se o filme não é tão bom, pelo menos tem a presença de dois bons
atores, o mexicano Bichir, que atuou no último filme de Tarantino, “Os Oito
Odiados”, e chegou a ser indicado para o Oscar de Melhor Ator pelo filme "Uma Vida Melhor", e Chino Darín, que tem talento – talvez nem tanto quanto o pai – e que
se entrega de corpo e alma – principalmente corpo – ao papel do agente Gómez.
Um filme apenas interessante, bem longe dos melhores argentinos.

domingo, 10 de julho de 2016
“XXY” é um drama argentino de 2007 que trata de um
tema pouco explorado pelo cinema: o hermafroditismo. Escrito e dirigido por
Lucía Puenzo (do ótimo “O Médico Alemão”), o filme conta a história de Alex
(Ines Efron), uma garota de 15 anos hermafrodita. Seus pais, Kraken (Ricardo
Darín) e Suli (Valeria Bertuccelli), sempre se recusaram submetê-la a uma cirurgia
para resolver o problema. Cansados dos constrangimentos habituais, resolvem mudar-se
para um vilarejo litorâneo no Uruguai, onde o biólogo marinho Kraken consegue
um emprego. Tudo transcorre normalmente até a chegada de um casal amigo
trazendo o filho Álvaro (Martin Piroyansky), de 16 anos, que na hora faz
amizade com Alex. Uma amizade, aliás, que trará consequências para determinar o
rumo dos acontecimentos. Segundo alguns entendidos que assistiram “XXY”, o
problema de Alex não chega a ser o hermafroditismo e sim a Síndrome de XXY,
também conhecida como Klinefelter. Como não conheço o assunto, para mim Alex é mesmo
uma hermafrodita. O filme é muito bom, tanto que foi o vencedor do Prêmio da
Semana da Crítica no Festival de Cannes 2007, além de ter sido premiado em
vários festivais importantes, entre eles o Goya (Oscar espanhol).
sexta-feira, 8 de julho de 2016
“AMOR AO PRIMEIRO FILHO” (“ANGE & Gabrielle”), 2015, é
uma comédia romântica francesa ainda não exibida por aqui nos cinemas. Foi
lançada diretamente em DVD. Pena, pois o filme é bastante divertido e
simpático, além de ambientado nos cenários deslumbrantes de Paris. O casal de protagonistas é formado pelo feio/charmoso Patrick Bruel e pela bonita Isabelle Carré, atores
franceses muito competentes. Trata-se do primeiro filme escrito e dirigido por Anne
Giafferi. Uma ótima estreia. A história: o arquiteto Ange Pagani (Bruel) é
surpreendido em seu escritório com a visita de Gabrielle (Carré), até então, para ele, uma
ilustre desconhecida. Ela diz que sua filha Claire (Alice de Lencquesaing) ficou
grávida e acusa o filho de Pagani, Simon (Thomas Soliveres), de tê-la engravidado.
Pagani fica uma fera, pois afirma que nunca soube que tinha um filho. O
primeiro encontro entre Pagani e Gabrielle termina em desavença, tapas e
ofensas, mas o espectador logo percebe que os dois vão acabar se apaixonando.
Nem mesmo esse fato tão previsível prejudica o transcorrer da história, repleta
de cenas divertidas (Pagani é hipocondríaco crônico e suas consultas com o
médico são hilariantes). Para um gênero repleto de bobagens cinematográficas, esta
comédia romântica é uma das poucas raridades que merecem ser vistas.
quinta-feira, 7 de julho de 2016
“BLACKWAY”, 2015, EUA, direção do sueco Daniel
Alfredson (“A Menina que brincava com Fogo” e “Jogada de Mestre”). É um filme
de ação e suspense baseado no romance “Go With Me”, escrito por Castle Freeman
Jr. Aliás, foi com esse nome que o filme foi exibido no Festival de Veneza
2015, mas, quando lançado comercialmente, recebeu o título "Blackway". O vilão da história é Blackway (Ray Liotta), um ex-policial psicopata que
um dia resolve assediar de forma violenta a jovem Lillian (Julia Stiles),
atendente de um bar. Ela procura o xerife da cidade e denuncia Blackway. Com
medo, o homem da lei a aconselha a deixar a cidade. Revoltada com a situação,
ela procura ajuda junto aos trabalhadores de uma madeireira e consegue o apoio
de Lester (Anthony Hopkins) e Nate (Alexander Ludwig). Lester também tem uma
razão especial para se vingar de Blackway. Os três partem então para uma
floresta onde Blackway tem seu reduto. O desfecho é mais do que previsível. Algumas
cenas, de tão ruins, acabam sendo constrangedoras, como a briga no bar logo no
início. Os Trapalhões faziam brigas bem melhores. O filme, no geral, é muito
fraco e não entendo por que um ator da grandeza de Anthony Hopkins se propôs a
participar. Quem sabe pela amizade com o diretor, que já o dirigiu em “Jogada
de Mestre”. Portanto, fica a dica: se o filme chegar por aqui, prefira levar a
família para comer uma pizza...

quarta-feira, 6 de julho de 2016

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