
sexta-feira, 11 de março de 2016

quarta-feira, 9 de março de 2016

terça-feira, 8 de março de 2016
“STRATOS” (“MIKRO PSARI”), Grécia,
2013, é um drama policial pesado, sinistro, esquisito e, principalmente, muito
desagradável de assistir. Segundo o diretor Yannis Economides, trata-se de “um
filme noir mediterrâneo”. De qualquer forma, o filme é bastante interessante
pela maneira como foi concebido. Stratos (Vangelis Mourikis) é um
ex-presidiário que trabalha como assassino de aluguel para pagar uma dívida a
um chefão do crime organizado, Leônidas (Alekos Pangalos), que o salvou da morte
na cadeia. Para pagar a tal dívida, Stratos se associa a Yorgos (Yannis
Tsortekis), irmão de Leônidas, para criar e executar um plano de fuga, o que inclui a construção de um túnel subterrâneo. Com o
objetivo de conseguir dinheiro para financiar o plano, Stratos vira um assassino
de aluguel e, de madrugada, trabalha na confecção de massas numa padaria.
Enredo meio estranho, não? É sim, e o personagem Stratos é mais estranho ainda.
Quase não fala, tem o olhar vazio e frio, não esboça reação a nenhum tipo de
provocação. Parece um autômato. Na hora de matar, porém, age com muita competência e uma
frieza polar. Nesse ponto, cabe destacar a ótima interpretação do ator Vangelis Mourikis. O desfecho apresenta uma reviravolta surpreendente. O filme não é
para iniciantes, ou seja, é difícil de aturar, ainda mais pelos seus longos 137
minutos de duração. Na sua sessão de estreia, durante a competição oficial do
Festival de Berlim/2014, muita gente abandonou a plateia na metade do filme. Concordo
que o filme não é muito fácil de digerir, mas tem muitos méritos, como a
história em si, o roteiro bem estruturado, um ótimo elenco e uma incrível
fotografia.
quarta-feira, 2 de março de 2016

terça-feira, 1 de março de 2016


segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

domingo, 28 de fevereiro de 2016

sábado, 27 de fevereiro de 2016

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Uma
fantasia, uma fábula, um romance? O material de divulgação diz que é comédia, do
que também discordo. Dessa forma, confesso que fiquei em dúvida para definir “TOKYO
FIANCÉE”, 2014, Bélgica, roteiro e direção
de Stefan Liberski. De qualquer forma, é um filme bastante interessante,
criativo, e realmente tem um pouco de fantasia, fábula e romance. A jovem Amélie
(Pauline Etienne, de “A Religiosa”), quando completa 20 anos de idade, resolve
voltar para o Japão, onde nasceu e viveu até os cinco anos. Sua ideia é fixar
residência em Tóquio, conhecer mais da cultura japonesa e dar aulas particulares
de francês para pagar suas despesas. Seu primeiro aluno é Rinri (Taichi Inoue),
de uma família classe média alta. Ao mesmo tempo em que ensina francês a Rinri,
este transmite inúmeras informações sobre o modo de vida dos japoneses. Os dois
visitam lugares tradicionais de Tóquio e das redondezas, em passeios quase
turísticos. Claro que os dois vão se apaixonar e viver um grande amor, até
que... A cultura e as tradições japonesas estão presentes em vários momentos do
filme, tornando-o ainda mais interessante. Mas alerto: não é aquele tipo de
filme que você aplaude de pé ou fica com um sorriso no rosto quando termina.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

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