
sábado, 31 de janeiro de 2015

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
“NASCIDO EM ALGUM LUGAR” (“Né Quelque Part”), 2012, é uma comédia francesa cuja história
é inspirada em fatos que aconteceram com o próprio diretor, o francês de
família argelina Mohamed Hamidi. No filme, ele é Farid (Tewfik Jallab), nascido
na França de pais argelinos que saíram do país natal na década de 60. Ao
receber a notícia de que a casa que construiu e em que morou num pequeno
vilarejo da Argélia será desapropriada, Hadj (Mohamed Majder), pai de Farid, fica
nervoso e é internado num hospital. Ele pede a Farid que vá até a Argélia e resolva
o problema, não deixando desapropriar a casa de tantas recordações para a
família. Quando chega ao vilarejo, Farid logo faz amizade com um primo trambiqueiro
(Jamel Debbouze), o que lhe custará um grande aborrecimento. Com um pouco de
conhecimento que adquiriu no curso de Direito que faz na França, Farid vai enfrentar
as autoridades locais e tentar reverter a desapropriação não só da casa de seu
pai como de outras pessoas do vilarejo. Em sua estada, Farid vai
conhecer muito da cultura e das tradições argelinas, além da história de sua família. É nas conversas entre os
moradores, com a participação de Farid, que o diretor Hamidi extrai os momentos
mais engraçados do filme, mostrando que o bom humor também faz parte do
cotidiano daquelas pessoas. O ator Mohamed Majder, que interpreta o pai de
Farid, morreu logo após o término das filmagens, em janeiro de 2013, e a ele é
dedicado o filme.
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
“ALABAMA MONROE" (“The Broken Circle Breakdown”), de 2012, é um belo e comovente drama belga que
conta a história do amor de um cantor, tocador de banjo e líder de uma banda
country, Didier (Johan Heldenbergh), por uma tatuadora, Elise (Veerle Baetens). Ele
é ateu e ela, apesar de toda tatuada, é religiosa. Eles se casam, têm uma filha
e vivem felizes, mas não para sempre. Uma doença grave que terminará em morte irá
quebrar o círculo de felicidade, o que remete ao título do filme. Apesar do tema
dramático, o filme alterna momentos de bom humor e sensibilidade, principalmente
quando a banda se apresenta nos palcos, agora com Elise como crooner. No meio
de tudo isso, o diretor Felix Van Groeningen ainda encontra espaço para
discutir a questão dos estudos das células-tronco e a eutanásia. Os dois atores
principais são espetaculares. Como curiosidade, o filme é todo falado em
Flemish, dialeto alemão do norte da Bélgica. Se você for de chorar, esqueça a
pipoca e separe uma caixa de lenços de papel. Sem exagero, um dos melhores filmes deste século.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
“BABÁ FORA DE CONTROLE” (“Babysitting”), 2014, é
uma comédia francesa bastante divertida, o que não deixa de ser uma raridade no cinema atual. A história é centrada em Franck
(Philippe Lacheau), recepcionista de uma grande editora parisiense. Ele adora
desenhar histórias em quadrinhos e quer seguir essa carreira. No dia do seu 30º
aniversário, Franck planeja uma grande festa com seus amigos, mas seu patrão,
sr. Schaudel (o ótimo Gérard Jugnot), o convoca para ser babá de seu filho Rémi (Enzo
Tomasini), de 10 anos, por um dia. Com a promessa feita por Schaudel de
analisar seus desenhos, Franck aceita a missão e cancela a festa. Só que seus
amigos insistem na comemoração e, sem avisar Franck, farão uma surpresa que
colocará a casa de Schaudel literalmente de pernas para o ar. Na manhã
seguinte, a polícia localiza Schaudel para avisá-lo da bagunça na sua casa e
que seu filho havia sumido. Schaudel e a esposa (Clotilde Courau) voltam apavorados
para casa, onde assistem, ao lado dos policiais, a um vídeo gravado por um dos
amigos de Franck registrando tudo o que aconteceu de noite e de madrugada. É
uma sucessão de momentos hilariantes e situações bastante engraçadas. O filme
não perde o pique do começo ao fim, num ritmo quase alucinante. O ator
comediante Lacheau, além de atuar, escreveu e dirigiu, ao lado de Nicolas
Benamou. Não deixe de ver e se divertir!

domingo, 25 de janeiro de 2015


sábado, 24 de janeiro de 2015


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015


terça-feira, 20 de janeiro de 2015


“FILHA DISTANTE” (“Días de Pesca”), 2012, direção de Carlos Sorin, é mais um bom
e sensível filme argentino. Conta a história de Marco Tucci (Alejandro Awada),
que, aos 52 anos, depois de um problema sério de saúde, resolve mudar de vida. Deixa
de fumar e de beber e começa a praticar exercícios físicos. Marco aproveita
essa fase de mudança para também reencontrar a filha Anna (Victoria Almeida),
que não vê há anos, retomar o relacionamento de outrora e aparar algumas
arestas do passado. Para isso, Marco utiliza a desculpa de tirar umas férias
para pescar tubarões no litoral da Patagônia, onde sua filha mora. Saindo de
Buenos Aires, ele pega estrada de carro e, pelo caminho, com seu sorriso
simpático e cativante, vai fazendo amizades. Ao chegar à cidade onde sua filha
morava, vai descobrir que ela já havia mudado há uns três anos, sem avisar, o
que já dá uma ideia da distância entre os dois – não apenas geográfica. No
reencontro com a filha e o neto, que não conhecia, acontece um dos momentos
mais tocantes do filme, quando, durante o jantar, Anna pede a Marco que cante “aquela
canção”. Marco então canta a ária “Che Gelida Manina” a capella. Apesar de todos os esforços de Marco, a reaproximação
será mais difícil do que ele imaginava. Além da história em si, o filme é
bastante interessante porque toda a ação se desenrola em meio aos cenários
deslumbrantes e belas paisagens, embora um tanto melancólicas, da Patagônia. Com
exceção dos dois protagonistas principais, o restante do elenco é composto somente
por atores amadores. Mais um gol de placa do cinema argentino.
domingo, 18 de janeiro de 2015


sábado, 17 de janeiro de 2015

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

domingo, 11 de janeiro de 2015

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