
sexta-feira, 31 de outubro de 2014

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

terça-feira, 28 de outubro de 2014
“KAREN CHORA NO ÔNIBUS” (“Karen
Llora em un Bus”), 2010, é um drama colombiano que conta a história de Karen
(Ángela Carriozosa Aparício), que tenta organizar sua nova vida depois de um
casamento de 10 anos com Mário (Edgar Alexen). Ela decidiu se separar e agora quer
seguir o seu próprio caminho, sem depender mais do dinheiro do marido e começando por tentar arrumar um emprego. Só que tem um
problema: ela nunca trabalhou e não tem nenhuma qualificação profissional. Fica
ainda mais difícil pelo fato de ter passado dos 30. Mesmo morando num pardieiro
cheio de baratas e sem água quente no chuveiro coletivo, além de não ter
dinheiro nem para comer, ela recusa o convite da mãe para voltar a morar em sua
antiga casa. O ex-marido ainda tenta uma reaproximação, mas Karen também
recusa. São as únicas atitudes que ainda lhe restam do seu orgulho. Para conseguir dinheiro para comer, ela adota certas atitudes humilhantes. Com a ajuda de sua nova amiga Patrícia (María Angélica
Sánchez) e de um namorado, Karen tentará dar a volta por cima e recomeçar. Apesar
do título estranho (refere-se à cena inicial do filme, quando Karen aparece
chorando num ônibus), o filme é bastante interessante, valorizado pelo surpreendente
desempenho da atriz estreante Ángela Carriozosa no papel principal. Dirigido
pelo também estreante Gabriel Rojas, o filme foi lançado no Festival de Cinema
de Berlim/2011 e exibido em vários festivais pelo mundo afora. A crítica ficou
dividida: uns elogiaram, outros não gostaram. Em casos como esse, é melhor
assistir e tirar suas próprias conclusões.
segunda-feira, 27 de outubro de 2014


domingo, 26 de outubro de 2014
“ELDORADO - EM BUSCA DA CIDADE
DO OURO” (“Eldorado - City of the Gold”), 2010, EUA, direção de Terry Cunninghan, é
um filme de aventuras na linha Indiana Jones e outros do gênero. Não tão bom, mas
é bem produzido, a história é legal e, o que é mais importante
nesses filmes, tem bastante ação. Enfim, um bom programa para uma sessão da
tarde. Aqui, o herói é o arqueólogo Jack Wilder (Shane West), que, juntamente
com os parceiros aventureiros Maria (Natalie Martinez) e Gordon (Elson Henson),
segue algumas evidências arqueológicas que dão conta da existência da cidade lendária
de Eldorado, no Peru, conhecida também como a “Cidade do Ouro”. Só que eles não
estão sozinhos nessa busca. O time de bandidos conta com um mercenário sádico contratado
por gente de Wall Street, um general do exército peruano corrupto e ainda um
poderoso traficante de drogas, todos a fim de roubar o ouro dos peruanos. O filme
é bastante movimentado do começo ao fim. O aspecto negativo é o ator Shane West, excessivamente
canastrão e péssimo ator, muito longe – a anos-luz – de Harrison Ford, por
exemplo. Em compensação, a atriz Natalie Martinez, descendente de cubanos, esbanja
beleza, charme e gostosura. Certamente, logo estará na fila para ser a nova
Jennifer Lopez ou Salma Hayek de Hollywood. Importante salientar que o filme é
o segundo episódio da série “Eldorado”, sendo que o primeiro é “Eldorado - Em
Busca do Templo Perdido”, ambos produzidos em 2010. Dá pra ver os dois, um após
o outro, sem dar sono.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

quinta-feira, 23 de outubro de 2014
“CURVAS” (“Bends”),
2012, é um filme de Hong Kong dirigido por Flora Lau. Ganhou destaque por ter
sido selecionado para a Mostra “Um Certain Regard” do Festival de Cannes 2013. A
começar pelo fato de ser asiático, é o tipo de filme que os críticos
profissionais adoram: é lento, tem poucos diálogos e não explica muito. A
história é centrada no jovem Fai (Kun Chen), motorista particular de uma madame
da alta sociedade de Hong Kong, Anna (a ótima Carina Lau). Ao mesmo tempo em
que acompanha, silenciosamente, a decadência da patroa, Fai vive o dilema de
conseguir uma vaga num hospital em Hong Kong para sua esposa ter o segundo
filho e fugir da multa imposta, nesses casos, pela China – Fai e a esposa moram
em Shenzhen, na China, próximo à fronteira com a ex-colônia inglesa. O grande
destaque do filme é, sem dúvida, a atriz Carina Lau, estupenda no papel da
madame falida. Sua interpretação é soberba quando tem de manter a pose de
madame sem transparecer que está totalmente falida, pois seu marido, ao sumir
do mapa, cortou seus cartões de crédito. Anna é obrigada a vender suas valiosas
obras de arte. Nega-se, porém, a deixar de lado o status de seu luxuoso veículo
e o motorista particular (Fai), única pessoa, aliás, à qual Anna mostra um
pouco de humildade e seu verdadeiro sentimento de derrota. Não deixa de ser um
filme interessante, principalmente para aqueles que curtem o gênero “Cinema de
Arte”.
quarta-feira, 22 de outubro de 2014

domingo, 19 de outubro de 2014

sábado, 18 de outubro de 2014


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

quinta-feira, 16 de outubro de 2014


quarta-feira, 15 de outubro de 2014
“A QUALQUER PREÇO” (“A
Civil Action”), lançado nos EUA em 1998, foi um dos vários filmes daquela
década que exploraram ações jurídicas indenizatórias contra crimes ambientais.
A história dessa produção dirigida por Steven Zaillian é inspirada em fatos
reais que aconteceram nos anos 80. Oito mortes de crianças com leucemia aconteceram
na cidade de Woburn (Massachusetts), ocasionadas - desconfiava-se – pela contaminação
da água. Jan Schlichtmann (John Travolta), um arrogante advogado de Boston,
assume o caso e ingressa com ação indenizatória contra duas grandes
corporações. O filme mostra toda essa disputa judicial, incluindo as reuniões dos
advogados das partes e seções no tribunal. No desfecho, a mensagem é bastante
clara: a ética é tão importante quanto a observância das leis. O elenco é muito bom. Além de Travolta, estão Robert
Duvall (indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por esse filme), John Lithgow,
William H. Macy, Bruce Norris, Kathleen Quinlan e James Gandolfini ("Família Soprano"), além de uma
ponta do diretor Sydney Pollack.
terça-feira, 14 de outubro de 2014
Podem falar que Steven Seagal é um péssimo ator e que seus filmes são
medíocres. Pura verdade. Mas uma coisa não se pode negar: pancadaria e ossos
quebrados jamais faltarão. Filme com
Seagal é sinônimo de muito bandido espancado, o que dá um certo prazer de ver. Neste
“CONFRONTO FINAL” (“A Good Man”), 2012,
recentemente lançado em DVD, Seagal está mais canastrão do que nunca. Ainda
mais que resolveu adotar um cabelo pintado de preto grudado e bem rente ao
couro cabeludo, lembrando um boneco de ventríloquo. Fora a voz de paciente
entubado. Começa o filme e lá está ele no papel de Alexander, um agente
especial das forças especiais dos EUA, numa missão para prender um traficante de
armas chinês. A missão fracassa e Alexander resolve abandonar a carreira de
agente especial. A história dá um salto de dois anos e ele aparece trabalhando como
um faz-tudo (zelador) – não é demais? - num prédio de alguma cidade da Europa
Oriental, talvez Bucareste (Romênia). Uma das moradoras do prédio, vizinha de
Alexander, é Lena (Iulia Verdes), com a qual nosso herói fará amizade. Só que Lena
tem um irmão, Sasha (Victor Webster), envolvido com um mafioso russo por causa
de uma dívida herdada do pai. Quando o
perigo chega perto de Lena, Alexander resolve agir para proteger a moça. E
desta vez ele utiliza até uma espada de samurai. Sangue e porrada por todo
lado. Grande Seagal!

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

domingo, 12 de outubro de 2014

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