
sábado, 19 de julho de 2014


sexta-feira, 18 de julho de 2014

quarta-feira, 16 de julho de 2014

terça-feira, 15 de julho de 2014

segunda-feira, 14 de julho de 2014

“O Sistema” (“The
East”), EUA, dirigido por Zal Batmanglij, estreou no Festival de Sundence em
2013. Trata-se de um drama de suspense focado na história da agente Sarah Moss
(Brit Marling), pertencente a uma empresa privada de inteligência e espionagem,
que se infiltra num grupo ativista que tem atacado os dirigentes de grandes
corporações. As indústrias química e farmacêutica são os principais alvos dos
anarquistas. O grupo em que Sarah consegue infiltrar-se é intitulado “The East”
e é liderado por Benji (Alexander Skarsgard). Ao conviver com os ativistas,
numa casa escondida no meio de uma floresta, Sarah começa a entender as suas
razões e até vê com alguma simpatia os seus ideais, mas não os seus métodos, que
incluem envenenar convidados de uma festa ou fazer com que os dirigentes de uma
empresa química entrem num rio contaminado. Fazem parte ainda do elenco Ellen
Page, como a anarquista Izzy, e Patrícia Clarkson, como Sharon, a chefe de
Sarah, entre outros. Não dá para dizer que o filme é bom, apenas interessante.
domingo, 13 de julho de 2014

sábado, 12 de julho de 2014
“Alemão”, 2013, dirigido
por José Duarte Belmonte, é um filme nacional de ação e suspense ambientado durante
as 48 horas que antecederam a invasão das Forças Armadas ao Morro do Alemão, no
Rio de Janeiro, em novembro de 2010. Na história, cinco policiais que
trabalhavam infiltrados no morro foram identificados pelos traficantes comandados
pelo chefão “Playboy” (Cauã Reymond). Os policiais se escondem no subsolo de
uma pizzaria, que funcionava como uma espécie de QG da operação policial, e
ficam esperando o resgate – ou a chegada dos traficantes. Essa espera
angustiante dá margem a um forte clima de tensão que predomina no filme do
começo ao fim. As cenas são fortes e realistas, com muita violência explícita e
linguajar chulo e agressivo. Não é, portanto, um entretenimento dos mais
agradáveis. Mas não há dúvida de que Belmonte conseguiu compor um retrato fiel de
como se vive numa verdadeira selva humana. O elenco é muito bom: além de
Reymond, trabalham Gabriel Braga Nunes, Caio Blat, Otávio Muller, Milhem Cortaz,
Antonio Fagundes, Marcelo Melo Jr. e Mariana Nunes, entre outros.
sexta-feira, 11 de julho de 2014

quinta-feira, 10 de julho de 2014


quarta-feira, 9 de julho de 2014

terça-feira, 8 de julho de 2014

segunda-feira, 7 de julho de 2014
“Perseguição Implacável” (“The
Treatment”, ou, no original, “De Behandeling”), 2013, dirigido por Hans
Herbots, é um filme policial belga com muito suspense, cujo pano de fundo é a
pedofilia. Ou seja, não é um entretetimento dos mais agradáveis. A história
gira em torno do detetive Nick Cafmeyer (Geert van Rampelberg), encarregado de
investigar a morte de um menino de 9 anos que havia sido sequestrado juntamente
com o pai e a mãe. É a oportunidade que Nick esperava para ir atrás de Ivan
Plettinckx (Johan van Assche), o homem suspeito de ter sequestrado seu irmão
mais novo, Bjorn, quando ambos eram crianças. Na época, Plettinckx havia sido
detido, interrogado e depois solto, mas Nick sempre acreditou ter sido ele o
responsável pelo desaparecimento do irmão. Por isso, em todas as etapas da investigação
atual, Nick relembra do que aconteceu e, em determinados momentos, acaba
perdendo o controle, principalmente depois que outra família é sequestrada. Com o pedófilo/assassino
à solta, a investigação transforma-se numa corrida contra o tempo e Nick fica
cada vez mais descontrolado. Até o desfecho, a ação corre solta. A história é
baseada no romance policial “The Treatment”, escrito pela autora inglesa Mo
Hayder.
“Penitência” (“Repentance”),
2013, EUA, é um bom filme de suspense, daqueles de ficar apertando os braços da
poltrona. Conta a história do terapeuta, conselheiro espiritual e escritor de
livros de autoajuda Tommy Carter (Anthony Mackie), que numa tarde de autógrafos
conhece Angel Sanchez (Forest Whitaker, de “O Mordomo da Casa Branca”), que declara
ser seu fã ardoroso e pede ajuda psicológica. Carter concorda em realizar
sessões com Angel, que se mostra um homem atormentado – tem um trauma
relacionado com a morte da mãe -, sofre de transtorno bipolar e depressão. Carter
ordena que ele pare de tomar os remédios e diz que vai curá-lo com tratamento
psicológico. Ledo engano. Um dia, cansado de ouvir o “palavrório” de Carter e
também por causa da falta dos remédios, Angel tem um surto psicótico que vai
colocar em risco não só o terapeuta, mas toda a sua família. O filme funciona
bem como suspense, valorizado ainda mais pelo ótimo desempenho de Whitaker.
sábado, 5 de julho de 2014
“Falcone, um Juiz contra a Máfia”
(“Excellent Cadavers”) é uma co-produção EUA/Itália de 1999, dirigida por
Ricky Tognazzi, que conta a história, baseada em fatos reais, da luta do juiz
italiano Giovanni Falcone (Chaz Palminteri) contra a Máfia siciliana, intitulada
Cosa Nostra, responsável, nos anos 70 e 80, pelos assassinatos de juízes,
advogados, políticos e policiais, além do tráfico de drogas. Graças às
informações do ex-mafioso Tommaso Buscetta (F. Murray Abraham), preso aqui no
Brasil e extraditado para a Itália, Falcone conseguiu reunir provas e colocar
atrás das grades mais de 300 importantes mafiosos. Durante o processo, o juiz
italiano viu vários de seus colegas serem assassinados pela Máfia, mas jamais se
intimidou, nem mesmo com as inúmeras ameaças que recebia. Em 1992, Falcone e a
esposa Francesca (Anna Galiena) seriam mortos num atentado, mesmo destino que
teria, meses depois, o seu colega juiz e amigo Paolo Borsellino (Andi Luotto).
Os dois assassinatos mobilizaram a opinião pública italiana e sensibilizaram o
governo a tomar, finalmente, uma atitude com relação à Máfia. O filme é um
importante documento de um dos fatos históricos mais famosos dos
anos 80/90. Imperdível!
sexta-feira, 4 de julho de 2014

“Amor e Turbulência” (“Amour
& Turbulences”), 2013, é uma comédia romântica francesa dirigida por
Alexandre Castagnetti. O enredo gira em torno da artista plástica Julie
(Ludivine Sagnier), que numa viagem de Nova Iorque de volta para a França
encontra no mesmo voo – e na poltrona ao lado – seu ex-namorado Antoine
(Nicolas Bedos). Há três anos, os dois tiveram um caso que quase terminou em
casamento, o que não aconteceu por causa das traições de Antoine, mulherengo
dos mais ativos. Durante a viagem – o que leva o filme quase inteiro -, os dois
discutem a antiga relação e relembram os principais momentos do relacionamento,
mostrados no filme em flashbacks. Nas poltronas ao lado, outros passageiros
escutam a conversa dos dois e torcem para eles reatarem o namoro. Clichê dos
mais cafonas. O filme, no geral, é muito fraco, como comédia e também como
romance. O ator Nicolas Bedos lembra aqueles galãs bregas dos filmes dos “Trapalhões”.
Tem cara de bobo e nenhuma graça. Não dá para entender como Ludivine Sagnier, dos
ótimos “Dublê do Diabo” e “Swimming Pool”, este último de François Ozon, embarcou
nessa barca furada. Se há algo para elogiar no filme é a trilha sonora, incluindo "The More I See You", com Chris Montez, e "What a diff'rence a day makes", com Dinah Washington.
quarta-feira, 2 de julho de 2014

“Descalço” (“Barefoot”),
2013, EUA, é uma comédia romântica com Evan Rachel Wood e Scott
Speedman, sob a direção de Andrew Fleming. Trata-se, na verdade, da refilmagem do filme alemão "Barfuss", de 2005. Depois de ser detido numa confusão, o beberrão e brigão Jay Wheeler
(Speedman) é colocado sob condicional e designado para trabalhar como servente
num hospital psiquiátrico. Lá, conhece Daisy (Rachel Wood), uma bela paciente
diagnosticada como esquizofrênica e potencial suicida. Ela anda sempre descalça,
daí o título do filme, embora no masculino (custava traduzir por “Descalça”?). Um
dia, durante seu turno de trabalho, Jay flagra um médico na tentativa de atacar
Daisy sexualmente e decide tirar ela do hospital. Jay aproveita a fuga para ir
até o casamento do irmão e, para agradar a mãe, apresenta Daisy como sua
namorada. Com seu jeito simplório e ingênuo, ela vai arrumar muita confusão e
garantir a simpatia da família de Jay. Apesar de previsível como toda comédia
romântica, o filme tem lá seus momentos engraçados e funciona como um agradável
entretenimento, o que costuma ser tão raro nesse gênero.
terça-feira, 1 de julho de 2014

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