
sábado, 18 de janeiro de 2014

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

“Até a Eternidade”
(“Les Petits Mouchoirs”), de 2010, é, na minha opinião, um dos melhores filmes
franceses deste século. Resumo: é tradição para um grupo de amigos na faixa dos
40 passar alguns dias de férias numa casa. Eles resolvem manter a tradição
mesmo que um deles tenha sofrido um grave acidente e esteja internado. No tempo
em que passam juntos, sem o amigo acidentado, surgem lembranças do passado,
velhos amores, uma ou outra revelação acontece. Os diálogos são inteligentes e
adultos. Além disso, um elenco só de feras: Marion Cotillard, François Cluzet,
Jean Dujardim, Gilles Lellouche, Benoit Magimel... Um filme simplesmente
imperdível
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O surpreendente drama australiano “Last Dance” estreou no Melbourne
International Film Festival 2012 com grande sucesso de público e crítica. E,
realmente, o filme é muito bom. É dirigido por David Pulbrook e conta a
história de Mohammad Sadiq (Firass Dirani), um palestino fanático que participa
de um atentado a bomba numa sinagoga de Melbourne. Mesmo ferido, ele consegue
escapar do local e, na fuga, sequestra uma senhora judia, Ulah Lippmann (Julia
Blake), escondendo-se em seu apartamento. Aqui, refém e sequestrador ficarão
confinados durante dias. O filme inteiro baseia-se no relacionamento dos dois, em
suas conversas, recordações das tragédias que atingiram a ambos e discussões
sobre a questão Israel/Palestina. O filme é bastante sensível e, em alguns
momentos, até comovente, como na cena que dá o nome ao filme. Se chegar ao
Brasil, “Last Dance” deverá ser exibido apenas nos circuitos dos cinemas
de arte, o que será uma pena.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
“Segredos
Mortais” (“Down
the Shore”), de 2011 (EUA), é um drama que conta a história de três quase
cinquentões, amigos de infância, que vivem na Costa de Jersey e se mantêm em contato. Dois deles se
casaram: Mary (Famke Janssen) e Wiley (Joseph Pope). O solteirão é Bailey
(James Gandolfini), que sempre foi apaixonado por Mary. O casamento de Mary com
Wiley está em crise, principalmente pelo fato dele ter entrado nas drogas e
ficado violento. Esse clima pesado vai desgastar de vez a amizade dos três
amigos. Aí acabam vindo à tona alguns segredos a que se refere o título, motivo
dos traumas que os amigos carregam desde que eram jovens. No meio disso ainda
aparece um italiano que casou com a irmã de Bailey em Paris e chega para dar a
notícia da morte dela. O ritmo do filme é devagar quase parando, um tanto
arrastado e monótono. E é exatamente assim que vai terminar. Pelo menos tem
dois bons atores: Gandolfini, morto em junho de 2013, e a holandesa Janssen.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
“Tudo por justiça” (“Out of the furnace”),
produção EUA de 2013, é um filme violento, a mulherada vai detestar. Lembra um
pouco “O Clube da Luta”, com Brad Pitt, mas é mais violento, pois também tem
violência fora das lutas. O soldado Rodney (Casey Affleck), sempre que volta do
Iraque para suas folgas, torra seu dinheiro em jogatinas. Para pagar o que
deve, o que não é pouco, acaba participando daquelas lutas “vale tudo”. Aí
entra numa fria e acaba assassinado. Seu irmão Russel (Christian Bale),
operário de uma siderúrgica, recém-saído da prisão, parte para a vingança. O
clima de tensão predomina no filme todo, graças à direção de Scott Cooper e às
ótimas performances de Bale e, principalmente, de Woody Harrelson, como o vilão
psicótico da história. O elenco conta ainda com Forest Whitaker, William Defoe,
Sam Shepard e a morena Zoë Saldaña. Quem quiser se divertir e relaxar, pegue outro filme.
“Escuridão” (“Dark”)
é um terror inglês de 2004. Admira que dois atores talentosos, Maria Bello e
Sean Bean, tenham entrado nessa “gelada” polar. A história é absurda, malcontada
e malconduzida pelo diretor John Fawcet. Só pra exemplificar, uma menina volta
ao mundo dos vivos depois de 50 anos de sua morte. Mesmo sabendo que ela morreu
há tanto tempo, todo mundo encara seu retorno como algo normal. Esta é apenas
uma das grandes falhas do filme. Fora que não tem sustos nem suspense. Resumo
da história: Adèle (Bello) vai com a filha Sarah visitar o ex-marido James
(Bean) no País de Gales. Ele mora lá no cafundó, numa cabana isolada no litoral
(o cenário é deslumbrante, única coisa que se salva nesse filme). Num passeio
pela praia, Sarah cai e desaparece no mar, deixando os pais – e principalmente
a mãe - completamente histéricos. Os clichês do gênero estão todos lá, a
começar pelo sótão mal-assombrado. Escuridão por escurid ão, prefira a do seu quarto. Aliás, o filme bem que poderia se chamar “Apagão”.
domingo, 12 de janeiro de 2014

Como mostra “O Porto” (“Le Havre”), co-produção Finlândia/Alemanha/França de 2011,
ainda há pessoas no mundo com espírito humanitário, solidárias e preocupadas
com o próximo. Este é Marcel Marx (André Wilms), escritor frustrado que vai
morar com a mulher Arletty (Kati Outinen) na cidade portuária de Havre. Marcel
trabalha como engraxate. Um dia, a polícia descobre um contêiner no cais
abarrotado de imigrantes ilegais provenientes do Gabão. Um deles, o jovem
Idrissa (Blondin Miguel) consegue fugir das autoridades e se esconde. Enquanto
isso, Arletty é internada no hospital local com uma doença grave e Marcel acaba
conhecendo e acolhendo Idrissa em sua casa. Como o jovem tem a intenção de
encontrar a mãe em Londres, Marcel vai fazer de tudo para conseguir o dinheiro
para ele viajar. Até promover um concerto de rock. Apesar do tema sugerir um
drama, o diretor finlandês Aki Kaurismäki não deixa o bom-humor de lado. O
filme ganhou o Grande Prêmio da Crítica no Festival de Cannes 2011. “O
Porto” é um filme bastante sensível e comovente, irresistível e imperdível.
“O Garoto da
Bicicleta”
(“Le Gamin au Vélo”) é uma co-produção Bélgica/França/Itália de 2011. Conta a
história de Cyril (Thomas Doret), um menino de 11 anos que fica obcecado por
encontrar o pai que o abandonou num orfanato. Cyril é problemático, revoltado,
irascível. Ele só se acalma quando está ao lado de Samantha (Cécile de France),
dona de um salão de beleza que se torna quase uma tutora do menino. O filme tem
momentos de rara sensibilidade, principalmente quando enfoca a amizade entre
Samantha e Cyril. Este foi o quarto filme dos irmãos Jean-Pierre e Luc
Dardenne. Os outros, ótimos também, foram “Rosetta” (1999), “A Criança” (2005)
e “O Silêncio de Lorna” (2008).

Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2013 e Palma
de Ouro no Festival de Cannes 2012, “Amor” (“Amour”) é um dos mais comoventes filmes dos últimos anos. Georges
(Jean-Louis Trintignant) e Anne (Emmanuelle Riva) formam um casal de idosos vivendo
sozinhos num amplo apartamento. Conversam bastante, dividem recordações e têm
gestos afetuosos um com o outro. Mas o cérebro de Anne, de repente, começa a
falhar. Sem contar com a ajuda da filha, a musicista Eva (Isabelle Huppertd),
que está sempre viajando para apresentações, Georges assume a responsabilidade
de cuidar da esposa. O nome do filme vem dessa dedicação, dessa entrega total.
O diretor é o austríaco Michael Haneke (o filme concorreu ao Oscar representando a Áustria). Emmanuelle Riva, aos 85 anos, era a
grande favorita para o Oscar de Melhor Atriz. Perdeu para Jennifer Lawrence, o
que foi uma das maiores injustiças do prêmio até hoje. Um filme sensível,
simplesmente imperdível!
sábado, 11 de janeiro de 2014
“Bárbara” (“Barbara”, de 2012) é um ótimo drama alemão de fundo político. Em 1980, o clima de Guerra Fria ainda é quente na Alemanha. Barbara, cirurgiã
pediátrica num hospital de Berlim Oriental, tenta tirar um visto para encontrar
com o namorado na Alemanha Ocidental. As autoridades descobrem e, como punição,
a enviam para trabalhar num pequeno hospital de um vilarejo. Ela é vigiada o
tempo inteiro e submetida a revistas periódicas em sua casa, o que inclui
constrangedoras verificações de suas partes íntimas. Naquela época, ninguém
confiava em ninguém. O vizinho ou o colega de trabalho podia ser um espião. No início,
Barbara desconfiava até do chefe do hospital, Dr. André. Esse clima tenso vai
do começo ao fim do filme, graças à direção de Christian Petzold, que
conquistou o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Berlim 2012. O filme foi indicado
para representar o cinema alemão no Oscar 2013. A atriz Nina Hoss, como
Bárbara, está excelente. Indicado apenas para quem gosta de filmes sérios e de qualidade.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Em 1967, o campeão mundial
dos pesos pesados Muhammad Ali (ex-Cassius Clay) foi convocado para servir na Guerra
do Vietnã. Recusou, alegando que sua nova religião, o Islamismo, era contra
guerras e assassinatos. Numa entrevista, Ali expressaria outro de seus
argumentos: “Nenhum vietcong me chamou de crioulo. Por que eu iria matá-lo?”.
Ali foi julgado e proibido de lutar, além de perder o título de campeão
mundial. Em 1970, entrou com recurso contra o Governo dos EUA para recuperar os
seus direitos. “A Grande Luta” (“Muhammad Ali’s Greatest Fight”), uma produção da HBO (2013),
com direção do inglês Stephen Frears (”A Rainha”), mostra todo o desenrolar do
processo nos bastidores da Suprema Corte dos EUA, os debates entre os juízes e
a decisão final, baseada num parecer de um advogado assistente, fato que muita
gente deve desconhecer. O filme apresenta também vídeos da época, incluindo as
entrevistas de Ali, algumas de suas lutas e as manifestações de rua contra ou a
favor do lutador e da Guerra do Vietnã. Estão
no elenco Christopher Plummer, Danny Glover, Frank Langella, Barry Levinson e
Benjamin Walker. Programão!
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

terça-feira, 7 de janeiro de 2014
“Vlado, 30
Anos Depois”
é um documentário feito pelo cineasta João Batista de Andrade em 2005 para
lembrar a morte do jornalista Vladimir Herzog, “suicidado”
nas dependências do DOI-CODI, na capital paulista, no dia 25 de outubro de 1975. Além de reportar o clima e os fatos da época com imagens jornalísticas, João Batista reúne
depoimentos de Clarice Herzog, Dom Paulo Evaristo Arns, Fernando Morais, Paulo
Markun, Alberto Dines, Rodolfo Konder e outros amigos e companheiros de trabalho
de Herzog, então diretor de jornalismo da TV Cultura. Quem viveu aqueles
anos e não era alienado, certamente vai recordar a conjuntura daqueles anos e
talvez lembranças pouco agradáveis. Para as novas gerações, trata-se de um
documento histórico dos mais elucidativos. A morte de Herzog gerou o início do processo
de abertura política que culminou com o fim da Ditadura Militar e a redemocratização do País. Um mártir que jamais será
esquecido. Impossível não se emocionar com João Bosco cantando “O Bêbado e o Equilibrista”
no final do documentário: “... choram Marias
e Clarices no solo do Brasil...". Imperdível!
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

“About Cherry”, de
2012 (EUA), é um drama que conta a trajetória de Angelina (Ashley Hinshaw), uma
jovem de 18 anos que, para ganhar um dinheiro e ajudar a família, começa a
posar p ara revistas adultas. Porém, cansada das bebedeiras da mãe (Lili Taylor)
e da violência do padrasto, muda-se para São Francisco, vai trabalhar numa
boate e depois acaba virando atriz pornô. Uma das diretoras que vai conhecer é a
ex-atriz pornô Margaret (Heather Graham), que vai lhe dar a maior força. No
meio disso, Angelina começa a namorar o advogado Frances (James Franco),
viciado em cocaína e mentiroso contumaz. As duas loiras do filme, Hinshaw e
Graham, têm um ótimo desempenho e aparecem sempre muito bonitas. São os grandes
destaques do filme, que ainda conta com Dev Patel (“Quem Quer ser um
Milionário?”). O filme não economiza nas cenas de sexo, mas nada explícito. O
diretor é Stephen Elliott, que também assina o roteiro juntamente com a atriz
pornô Lorelei Lee. O filme estreou no Berlin International Film Festival 2012.
domingo, 5 de janeiro de 2014
“Burning Man”, de 2011, dirigido por
Jonathan Teplitzki, é um drama australiano muito bem feito. Conta a história de
Tom (o ator inglês Matthew Good), um chef de cozinha de um restaurante chique em
Bondi Beach, região metropolitana de Sidney (Austrália). Sua esposa Sarah (a
atriz sérvia Bojana Novakovic), uma jovem alegre e cheia de vida, é
diagnosticada com câncer de mama que logo se espalha. O filme mostra o
sofrimento e depois a revolta de Tom durante a doença da mulher. Sofrimento
compartilhado pelo filho de 8 anos, que não quer aceitar a morte da mãe. As
cenas mostrando o definhar de Sarah são bastante comoventes. Portanto, ao lado
do pote de pipoca, tenha à mão uma caixa de lenços de papel.
“A Morte
Necessária de Charlie Countryman” (“The Necessary Death of Charlie Countryman”
(2013, co-produção EUA/Romênia) é um filme de ação e romance. Charlie (Shia La
Beouf) vai ao hospital para se despedir da mãe (Melissa Leo) que está morrendo.
No mesmo dia, após sua morte, o fantasma da mãe aparece (Charlie tem o poder de
conversar com os mortos) e fala para ele ir para Bucarest (Romênia). Ele
resolve encarar o conselho da mãe e, no
avião, senta ao lado de um homem que vai morrer durante a viagem e cujo
fantasma lhe pede para procurar sua filha, Gabi (Evan Rachel Wood). Charlie
chega a Bucarest e encontra Gabi, fato que vai transformar sua viagem numa
grande aventura, o que inclui enfrentar os mais terríveis vilões. Charlie
termina o filme todo machucado e ainda vai ouvir do fantasma da mãe uma
desculpa: ela queria dizer Budapeste (Hungria). O elenco conta ainda com o sueco Mads Mikkelsen, o alemão Til
Schweiger, Rubert Grint (de “Harry Potter”) e Vincent D’Onofrio. A direção é do
sueco Fredrik Bond, que faz o seu primeiro longa. Um filme surpreendente, inteligente,
original, com bastante ação e humor. Um programão!
sábado, 4 de janeiro de 2014

“E
agora? Roubei um Rembrandt” (“Rembrandt”) é uma comédia dinamarquesa de 2003.
Dois ladrões são contratados para roubar de um museu um quadro com o retrato de
uma senhora, avó do contratante, um empresário. O quadro era de sua família e
tem um valor sentimental inestimável. Só que a dupla, na verdade pai e filho,
leva o quadro errado. À noite, quando estão assistindo ao noticiário na TV,
descobrem que o quadro é simplesmente uma obra-prima original de Rembrandt, “Retrato
de uma Senhora”, avaliado em milhões de dólares. Com dois outros comparsas
cúmplices no roubo, pai e filho decidem tentar vender o Rembrandt e acabam se
metendo em confusões. Do meio em diante, porém, o filme perde o tom de comédia,
o que prejudicou um pouco o resultado final.
Mas a história, baseada num fato real acontecido em 1999 na Dinamarca, é
interessante e o elenco muito bom.

“Contagem Regressiva” (“Hours”) é o último
filme do ator Paul Walker, morto em dezembro de 2013 num acidente de carro. O
filme, que marcou a estreia do diretor Eric Heisserer, foi rodado em março daquele
ano. Pouco antes do furacão Katrina chegar com força total a Louisiana, Nolan (Walker)
leva a esposa (Genesis Rodriguez), já em trabalho de parto, para o hospital. A
criança nasce com problemas respiratórios e é colocada numa incubadora com
respirador artificial. Diante da chegada iminente do furacão, todo mundo no hospital,
médicos, enfermeiros e pacientes, é retirado e levado para um local seguro.
Só ficam Nolan e o bebê, pois este não pode prescindir do equipamento. O filme
inteiro mostra Nolan tentando salvar a criança, em meio ao suspense proporcionado
por quedas de energia, inundação, saqueadores e um cachorro policial perdido. Dá pra ver
numa boa.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
O filme tailandês “Tio Boonmee,
que pode recordar suas vidas passadas” (“Lung Boonmee Raluek Chat”) ganhou a Palma de
Ouro no Festival de Cannes 2010. Tio Boonmee, interpretado por Thanapat
Saisaymar, que não é ator profissional, sofre de insuficiência renal grave e
tem pouco tempo de vida. Acompanhado da cunhada Jen, do primo Tong e do
sobrinho Jaai, ele vai passar seus últimos dias numa fazenda. No jantar do primeiro
dia, aparece o fantasma de sua falecida mulher Huay e, logo em seguida, seu
filho desaparecido, agora um homem-macaco, mais parecendo um lobisomem. Em
outra cena, sem nada a ver com Huay, uma princesa vai a um lago e transa com um
bagre. E por aí vai a fantasia do diretor Apichatpong Weerasethakul. O filme
termina como começa: indecifrável. Prêmio, aliás condecoração, daquelas de
encher o peito de medalhas, quem merece é o espectador que conseguir chegar até
o final, como eu.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014


“Obsessão Perigosa”
(“McCanick”), de 2013 (EUA), é um filme policial com David Morse, Mike Vogel,
Brandon Routh e Cory Monteith. Este foi, aliás, o derradeiro filme de Cory,
ator que ficou famoso pela Série de TV Glee e que morreu em julho de 2013. O detetive
Eugene McCanick (Morse), da Divisão de Narcóticos da Filadélfia, fica
totalmente descontrolado depois de saber que um presidiário chamado Weeks
(Cory) foi colocado em liberdade condicional. McCanick fica totalmente
descontrolado, paranoico e violento, a ponto de balear seu próprio parceiro (Routh)
acidentalmente. O roteiro, um tanto confuso, não explica o motivo desse
comportamento do policial, apenas dá a entender que ele quer se vingar de
Weeks. O filme chega a uma reviravolta final sem ter criado, para tal, um clima de
suspense ou tensão. Dirigido por Josh C. Waller, “Obsessão Perigosa” não
merece muita audiência.
Assinar:
Postagens (Atom)