K.O. (utilizadas
inicialmente nas lutas de boxe, as duas letras significam nocaute, do inglês “knockout”),
2025, França, 1h30m, em cartaz na Netflix, roteiro e direção de Antoine
Blossier (“O Pequeno Órfão”, “A Presa”). Começa o filme com uma luta de MMA.
Bastien (Ciryl Gane) vence a luta por nocaute, mas seu adversário morre no
ringue. Traumatizado, Bastien abandona as lutas e se isola. Até o dia em que, três anos depois, Emma
(Anne Azoulay), viúva do lutador morto, o procura para ajudá-la a encontrar o
filho adolescente Léo (Maleaume Paquin), que presenciou um assassinato e agora
é perseguido por uma gangue da pesada chamada de “Os Manchours”, que domina o
submundo do crime em Marselha. Juntamente com a capitã de polícia Kenza (Alice Belaïdi), Bastien tentará
encontrar o garoto. Essa procura termina em grandes pancadarias, muitos tiros e
sangue jorrando. As cenas de ação são ótimas. Não é para menos, pois o ator Ciryl
Gane, um brutamontes de 1,93m, é um ex-lutador de UFC, Muay Thai e especialista
em artes marciais mistas. Este é o seu primeiro papel como protagonista. Ele
já havia participado de outros filmes como personagem secundário em “Covil de
Ladrões 2”, “Resgate em Medellin” e nas séries “Validé” e “O Ringue”. Tudo bem
que Ciryl Gane é o astro do filme, mas quem realmente dá um show é a atriz
Alice Belaïdi como a policial brava e esquentada que não tem medo de cara feia.
Trocando em miúdos, “K.O.” é mais um ótimo filme francês de ação.
sábado, 5 de julho de 2025
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